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Estudantes da rede estadual serão premiados pelo bom desempenho na Olimpíada de Matemática

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A entrega das medalhas aos estudantes da rede estadual de ensino vencedores da 18ª Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP) 2023 será no dia 24 de maio, às 14h, no auditório da Faculdade de Arquitetura Engenharia e Tecnologia (FAET), localizado no campus da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), em Cuiabá.

Na premiação regional, os estudantes de escolas estaduais garantiram 25 medalhas de ouro, 75 de prata e 225 de bronze. Já na premiação nacional a rede estadual de ensino conquistou 04 medalhas de ouro, 14 de prata e 47 de bronze.

O coordenador regional do evento em Mato Grosso, professor André Krindges, disse que a OBMEP é um grande caça-talentos e abre portas para outros subprojetos nas escolas a partir da olimpíada. Prova disso, segundo ele, é o número de estudantes medalhistas.

A 18ª OBMEP ocorreu durante o ano letivo de 2023 em duas fases, sendo a primeira com a aplicação de prova objetiva de 20 questões. Já a segunda etapa, realizada com os classificados da primeira fase, contou com uma prova discursiva de seis alternativas. As provas foram elaboradas de acordo com o grau de escolaridade dos concorrentes: nível 1 (6º e 7º ano), nível 2 (8º e 9º ano) e nível 3 (ensino médio).

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Os estudantes que obtiveram os melhores desempenhos na maior competição científica do país serão premiados com medalhas de ouro, prata, bronze ou certificados de menção honrosa. A organização do evento também vai contemplar com bolsa de estudos os que obtiveram os melhores desempenhos.

Os professores também receberão premiação e as escolas participantes serão agraciadas a partir do desempenho de seus estudantes no evento. As escolas premiadas receberão um kit para exibição audiovisual e livros para a composição de uma biblioteca básica em Matemática e Ciências.

Posteriormente, os medalhistas serão convidados a participar do Programa de Iniciação Científica Jr. O programa é destinado aos premiados e será realizado por meio de uma rede nacional de professores em polos espalhados pelo país.

A finalidade da olímpiada é despertar nos estudantes o interesse pela matemática e pela Ciência em geral. Por outro lado, a OBMEP descobre talentos em matemática, contribuir para estimular o aprendizado, além de promover a inclusão social pela difusão do conhecimento.

O evento

A olimpíada é um projeto nacional dirigido às escolas públicas e privadas brasileiras, realizado pelo Instituto de Matemática Pura e Aplicada (Impa), com o apoio da Sociedade Brasileira de Matemática (SBM). Em Mato Grosso, o evento tem o apoio da Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT).

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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