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Estudantes de engenharia elétrica da UFMT conhecem usina solar do TRE

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Estudantes do curso de Engenharia Elétrica da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) conheceram nesta manhã, 11 de março, a usina solar fotovoltaica do Tribunal Regional Eleitoral de Mato Grosso (TRE-MT). Inaugurada em março de 2020 como a maior usina fotovoltaica pública do Estado, a estrutura marcou um avanço na pauta de sustentabilidade energética na Justiça Eleitoral. Ao todo, 22 estudantes do 7º ao 9º semestre tiveram a oportunidade de entender mais sobre os sistemas elétricos da instituição. 

Para o professor de Subestação Abrigada, dr. Antônio Eduardo Ceolin Momesso, responsável por trazer a turma, a visita é uma experiência prática que auxilia na compreensão da teoria aplicada à prática. “É uma oportunidade valiosa para os alunos observarem a aplicação prática dos conceitos teóricos estudados em sala de aula. Esta experiência pode oferecer uma perspectiva realista dos processos de engenharia, que pode diferir da teoria apresentada nos livros. Além disso, é uma ocasião propícia para os alunos esclarecerem suas dúvidas diretamente com profissionais da área, obtendo respostas imediatas e específicas”, explicou. 

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A visita foi conduzida pelos engenheiros civil e elétrico, respectivamente, Izaac Solino de Carvalho e Erivelto Bastos Novais. A instalação é composta por 3760 paineis solares. “Essa implementação resultou na redução de custos e a estimativa de economia chega a 1,2 milhões, o que indica, para além do impacto ambiental, já que produz uma energia limpa e renovável, também, o potencial econômico”, explicou o engenheiro Izaac Solino.

Outra parcela da visita foi direcionada para o conhecimento da subestação de energia do Tribunal que conta com um grupo de 2 geradores. No local, a turma pode conhecer e tirar suas dúvidas sobre os sistemas elétricos responsáveis pelo controle de temperatura e umidade, automação, monitoramento e operação remota. Além disso, a experiência em conhecer a grande estrutura e suas lógicas operacionais, também, possibilitou entender as configurações elétricas sobre as operações eleitorais. 

Texto por: Maryelle Campos (Supervisão Daniel Dino)

#DescriçãdaImagem: A fotografia mostra os 22 estudantes reunidos sorrindo e posando para a foto. 

Fonte: TRE – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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