A 18ª edição da Femoda-MT – Feira de Moda de Mato Grosso teve início nesta quarta-feira (21.1) e segue até sexta-feira (23), no Centro de Eventos do Pantanal, em Cuiabá, reunindo representantes comerciais, lojistas e marcas dos segmentos de calçados, confecções e acessórios. Organizada pela Associação dos Representantes Comerciais de Mato Grosso (Assorep) em parceria com a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT), a feira é considerada a maior do setor no Centro-Oeste e se consolidou como um dos principais espaços para geração de negócios no Estado.
A expectativa para a 18ª edição é a participação de mais de 470 marcas, com a presença de lojistas de todas as regiões de Mato Grosso. A previsão é que o volume de negociações ultrapasse R$ 55 milhões, reforçando a feira como uma das mais relevantes oportunidades de negócios do ano.
Representantes da Sedec e associações responsáveis pela Femoda-MT
Segundo o secretário adjunto de Indústria, Comércio e Incentivos Programáticos da Sedec, Anderson Lombardi, a feira já ocupa um papel estratégico na economia regional.
“A Femoda é a maior feira do setor do Centro-Oeste, movimentando mais de 50 milhões a cada edição. Isso demonstra que o desenvolvimento econômico passa pelo comércio, pela geração de negócios e pelo fortalecimento das empresas, que impulsionam emprego, renda e oportunidades em toda a região”, afirmou.
Reconhecida como um evento essencial para o calendário do setor, a Femoda oferece a oportunidade de reunir, em um único espaço, as principais marcas do mercado, facilitando o acesso a novos produtos e às tendências mais recentes. Para os lojistas, a feira se apresenta como um momento estratégico para fechar negócios e fortalecer parcerias, de forma prática e centralizada.
João Vicente Pereira Leite, representante da empresa Botinas Oliveira, que participa da Femoda desde a primeira edição, destaca que o evento segue em constante evolução. “Acredito que esta edição trará muitas mudanças e há muitos fatores para que este ano seja ainda melhor em vendas. Participo desde a primeira edição e temos um sucesso absoluto. A feira já se consolidou no Estado de Mato Grosso e hoje é uma vitrine da moda dentro do estado”, afirma.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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