MATO GROSSO

Festival ‘Baguncinha’ terá 30 atrações regionais e nacionais neste sábado em Cuiabá

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A segunda edição de ‘Baguncinha, O Festival’ será neste sábado (19.08), a partir das 15h, no Parque de Exposições de Cuiabá. O projeto foi selecionado no edital Viver Cultura, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), e concebido por meio das consultorias do edital Move-MT.

Serão 12 horas de arte e cultura, em uma mistura de ritmos e estilos apresentados em três palcos montados para o evento, com a participação de 30 artistas nacionais e regionais. Entre as atrações nacionais estão Duda Beat, Rael e DJ VHOOR.

A proposta do festival é dar visibilidade e valorizar o trabalho autoral de artistas mato-grossenses, assim como trazer para o público cuiabano shows com artistas nacionais.

“O apoio ao Festival Baguncinha marca este novo momento da música autoral e traz nossa cidade novamente para o centro do debate nacional dos grandes festivais. Para nós do Governo de Mato Grosso, é motivo de muito orgulho poder fomentar este importante segmento e ser vetor de potencialização do ecossistema produtivo da música”, destaca o secretário-adjunto de Cultura, Jan Moura.

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Também estão confirmados para se apresentar no festival os artistas Bia Trindade, Izafeh, Cris Chaves, Heitor Mattos, Pacha Ana, Karola Nunes, João Abrantes, Estela Ceregatti, Paulo Monarco, A Luisa Lamar e Macaco Bong. O evento terá praça de alimentação para mais comodidade dos participantes.

“Trabalhamos para levar ao Baguncinha muito do que Mato Grosso já produz de bom na cultura. Eles só precisam de respeito, estrutura e um palco para mostrar que aqui se faz música de altíssima qualidade”, ressaltou Lucas Oliveira, diretor da Sumac Records, empresa que organiza o evento e contou com o apoio de projetos via editais.

Toda a programação e informações sobre o festival podem ser acessadas pelo Instagram.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Polícia Civil cumpre 21 mandados contra grupo suspeito de golpes e lavagem de dinheiro

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A Polícia Civil de Mato Grosso deflagrou, na manhã desta quarta-feira (6.5), a Operação Janus, com o objetivo de desarticular um grupo criminoso estruturado para a prática de crimes de estelionato, integração a organização criminosa e lavagem de capitais.

Na operação, são cumpridos 21 mandados de busca e apreensão e o bloqueio de contas bancárias de 21 suspeitos, além de ter sido decretada a indisponibilidade de valores até o limite de R$ 160 mil, com o fim de assegurar a recuperação dos ativos ilícitos e o ressarcimento dos prejuízos causados às vítimas.

As ordens judiciais foram deferidas pelo Núcleo de Justiça 4.0 do Juízo de Garantias de Cuiabá, com base em investigação conduzida pela Delegacia Especializada de Estelionato de Cuiabá, que evidenciou a atuação coordenada e reiterada do grupo criminoso.

Os mandados são cumpridos nas cidades de Cuiabá, Várzea Grande e Santo Antônio do Leverger, além de cidades dos Estados de Minas Gerais e do Acre.

Modo de atuação

De acordo com as investigações, no mês de janeiro de 2024, duas vítimas foram alvos do denominado “golpe do terceiro intermediário”, modalidade de fraude caracterizada pela intermediação enganosa entre comprador e vendedor de veículo. Os golpistas simulam negociações legítimas para induzir as partes ao erro e obter vantagem ilícita.

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No curso das diligências, foi possível identificar o principal articulador do esquema criminoso, responsável pela criação de perfis falsos em redes sociais e pela coordenação das transações fraudulentas.

Os demais investigados atuavam como titulares de contas bancárias utilizadas para o recebimento dos valores ilícitos, ou como operadores na cadeia de lavagem de capitais. Ao todo, apurou-se a movimentação de aproximadamente R$ 160 mil, quantia subtraída das vítimas.

Lavagem de dinheiro

As investigações também revelaram que o grupo operava uma estrutura sofisticada de lavagem de dinheiro, utilizando múltiplas contas bancárias distribuídas em diversos estados do país, incluindo Mato Grosso, Minas Gerais, Acre, Rondônia e Rio de Janeiro.

Os valores eram submetidos a um processo de triangulação financeira, por meio de transferências sequenciais e fracionadas, com o objetivo de dificultar o rastreamento e a identificação da origem ilícita dos recursos.

O delegado Bruno Palmiro, responsável pelas investigações, destaca que a Operação Janus representa mais uma ação estratégica no enfrentamento qualificado aos crimes patrimoniais e financeiros.

“Especialmente aqueles praticados por meio de fraudes eletrônicas e estruturas organizadas, reafirmando o compromisso da Polícia Civil com a repressão à criminalidade complexa e a proteção do patrimônio da sociedade”, disse o delegado.

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Operação Janus

O nome da operação, “Janus”, faz referência a Jano, tradicionalmente representado com duas faces, e remete ao modus operandi do golpe do terceiro intermediário, no qual o fraudador se apresenta de forma distinta para cada uma das vítimas, conseguindo enganar tanto o vendedor quanto o comprador do veículo, manipulando informações e conduzindo a negociação de maneira fraudulenta.

Fonte: Governo MT – MT

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