MATO GROSSO

Fiscalização conjunta apreende 30 garrafas de whisky suspeitas de adulteração com metanol em Itanhangá

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Trinta garrafas de whisky suspeitas de pertencerem a lotes de bebidas adulteradas com metanol foram apreendidas, nesta terça e quarta-feira (4 e 5.11), em ações de fiscalização realizadas pelas equipes da Polícia Civil, Polícia Militar e Vigilância Sanitária, no município de Itanhangá.

As investigações conduzidas pela Delegacia de Tapurah iniciaram após duas pessoas darem entrada no Centro Integrado de Saúde de Itanhangá com suspeitas de intoxicação por metanol.

As vítimas estavam com sintomas de náuseas, intensos vômitos e dor no peito, sendo que um dos pacientes teve a situação agravada, evoluindo para cegueira temporária e falta de ar, sendo necessário ser entubado. Devido à gravidade da situação, o paciente em estado mais crítico foi encaminhado para o Hospital Regional de Sorriso.

Iniciadas as investigações, foi constatado que as duas pessoas que sofreram os sintomas haviam comprado uma garrafa de whisky em um supermercado da cidade e começaram a passar mal após a ingestão do produto.

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Diante dos fatos, as equipes policiais foram, terça-feira (04) até o estabelecimento, onde fizeram a remoção dos produtos. Nesta quarta-feira (5), a ação de fiscalização continuou em outros comércios, como mercados e distribuidoras.

No total, foram 12 estabelecimentos fiscalizados, sendo apreendidas 30 garrafas com suspeitas de produtos contaminados, pertencendo a seis lotes suspeitos, listados pela Secretaria de Saúde e Vigilância Sanitária de Mato Grosso.

Segundo o delegado de Tapurah, Franklin Alves, os lotes serão encaminhados para perícia para confronto e análise para saber se o produto é adulterado/falsificado. “As investigações continuam para identificar vendedores e distribuidores que passaram as bebidas para a cidade de Itanhangá, assim como seus fornecedores”, disse o delegado.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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