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Fiscalização prende 6 motoristas alcoolizados e remove 50 veículos na Miguel Sutil

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT) realizou na madrugada desta quinta-feira (30.05), a 57ª edição da Operação Lei Seca em Cuiabá. Foram montados pontos de abordagens em dois trechos diferentes da avenida Miguel Sutil, que resultaram na prisão de seis condutores embriagados e remoção de 50 veículos.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), na operação ocorrida no bairro Duque de Caxias, quatro condutores foram detidos embriagados e um por alteração das características do veículo que conduzia.

Também foram confeccionadas 39 multas, fiscalizados 30 veículos e removidos 25. Neste local, os agentes submeteram 117 pessoas ao teste de alcoolemia.

Já no bairro Jardim Mariana, 106 condutores passaram pelo teste do bafômetro e dois motoristas foram presos por embriaguez ao volante. Neste ponto, foram confeccionados 35 autos de infração de trânsito, autuados 28 veículos e removidos 25.

A Operação Lei Seca é realizada pela Sesp, sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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