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Fiscalização prende três condutores embriagados e remove 59 motocicletas durante a Operação Lei Seca

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Operação Lei Seca realizada na noite desta quarta-feira (09.10), na Avenida Doutor Paraná, no Bairro Alameda, em Várzea Grande, resultou na prisão de três condutores embriagados e na remoção de 59 motocicletas. Nesta edição, a fiscalização foi voltada aos motociclistas.

As abordagens foram realizadas na Ponte Sérgio Motta e iniciaram por volta das 21h. Dos motociclistas flagrados embriagados, dois ainda tiveram como agravante o fato de não terem Carteira Nacional de Habilitação (CNH).

Ao todo, 102 autos de infração de trânsito foram confeccionados, dos quais 33 foram por conduzir veículo sem registro ou não licenciado, 29 por conduzir sem CNH, 6 por conduzir sob efeito de álcool, 1 por recusa do teste de alcoolemia e 33 por infrações diversas.

Conforme relatório do Gabinete de Gestão Integrada da Sesp, responsável por coordenar as operações Lei Seca no Estado, 239 condutores passaram pelo teste do bafômetro, 235 veículos foram fiscalizados e 77 autuados.

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A Operação Lei Seca é realizada pela Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), sob a coordenadoria do Gabinete de Gestão Integrada (GGI), com as equipes do Batalhão de Trânsito (BPMTran), Polícia Militar, Delegacia de Trânsito (Deletran) da Polícia Judiciária Civil, Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros (CBM-MT), Polícia Penal, Sistema Socioeducativo, Polícia Rodoviária Federal e Secretaria de Mobilidade Urbana (Semob).

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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