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Fit Pantanal 2023 ofertará atrações culturais, rodadas de negócios e 55 oportunidades de capacitação profissional ao público

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A diversificada programação de quatro dias da Feira Internacional do Turismo do Pantanal 2023 “Tudo isso é seu!” (Fit Pantanal), que inicia dia 04 de maio, foi apresentada à imprensa, nesta quarta – feira (19), na sede da Fecomércio, em Cuiabá. O evento realizado pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec-MT) e o Sistema Fecomércio, terá exposições, atrações culturais, rodadas de negócios, palestras e 55 oportunidades de capacitação profissional à população.

O Governo do Estado, através da Sedec-MT, injetou R$ 1,2 milhão para a realização da feira, que conta com a participação de cerca de 38 municípios. A Fit Pantanal é a maior feira do turismo do Estado e nesta edição, o evento celebra 30 anos fomentando o setor turístico mato-grossense.

Entre os dias 04 e 07 de maio, o evento contará com apresentação de painéis e oficinas de capacitação profissional, por meio de parcerias com o Sebrae e o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) nas áreas de gastronomia, marketing digital, fotografia, artesanato, empreendedorismo, dentre outros.

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O secretário de Adjunto de Turismo da Sedec-MT, Felipe Alves, destacou que o Governo de Mato Grosso vem investindo em infraestrutura logística principalmente nos destinos turísticos e obras que potencializam ainda mais o setor, ele diz que a Fit Pantanal abrirá ainda mais oportunidades de emprego e renda.

“O Governo do Estado vem fortalecendo o turismo com investimentos em infraestrutura logística e obras voltadas para o atrativo turístico. Agora, com a Fit Pantanal, vamos potencializar a oferta de qualificação profissional, isso deixará o comércio turístico mais forte. São 30 anos desta grande feira que oferece oportunidades de mostrar todo o nosso potencial turístico e ajuda a fortalecer o turismo do nosso estado”, disse o secretário.

Além da Sedec, a Fit Pantanal contará com a parceria com a Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf-MT) e Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer). A secretária da Seaf, Teté Bezerra, confirmou que mais de 40 produtores rurais estarão presentes no evento, divulgando os produtos e participando de atividades voltadas à atividade de operador turístico e atendimento.

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Para o presidente do Sistema Fecomércio, José Wenceslau de Souza Júnior, a feira turística realizada na capital mato-grossense potencializa o turismo na região do Vale do Rio Cuiabá. “Precisamos valorizar e divulgar essas potencialidades turísticas, como por exemplo, Bom Jardim, aqui na cidade de Nobres, nós também precisamos divulgar e incentivar o turismo desta região do Vale Rio Cuiabá”, afirmou o presidente da Fecomércio.

Além do Governo do Estado e Sistema Fecomércio, a Fit Pantanal 2023 conta com apoio institucional da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), das entidades parceiras como Sebrae-MT, Sebrae e mais 14 instituições apoiadoras. A expectativa é de que cerca de 100 mil pessoas prestigiem o evento.
Confira a programação aqui: https://www.fit2023.com.br/

Fonte: Governo MT – MT

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Com apoio da Fapemat, pesquisadores desenvolvem fertilizante sustentável a partir de cinza vegetal em Rondonópolis

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Um resíduo que antes representava um desafio ambiental pode se tornar uma importante solução para a agricultura sustentável. Com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Mato Grosso (Fapemat), pesquisadores da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR) estão desenvolvendo fertilizantes organominerais produzidos a partir de cinzas de biomassa vegetal, material gerado principalmente pela queima de madeira em atividades agroindustriais.

A iniciativa busca dar uma nova destinação a um passivo ambiental abundante na região, transformando-o em um produto capaz de melhorar a fertilidade do solo, aumentar a eficiência da adubação e reduzir a dependência de fertilizantes minerais convencionais.

Os fertilizantes estão sendo desenvolvidos nas formas granulada e peletizada, formatos que facilitam o armazenamento, o transporte e a aplicação no campo. Além disso, os estudos apontam que os organominerais proporcionam liberação gradual dos nutrientes, favorecendo o aproveitamento pelas plantas e contribuindo para sistemas produtivos mais eficientes e sustentáveis.

A pesquisa é coordenada pela professora doutora Edna Maria Bonfim, da Universidade Federal de Rondonópolis (UFR), e integra os projetos “Construção e regulagem de um granulador de disco rotativo na produção de organomineral com cinza vegetal como matéria-prima” e “Tecnologia e processos de produção de fertilizantes organominerais utilizando cinza vegetal como matéria-prima”, ambos financiados pelo Governo de Mato Grosso, por meio da Fapemat, e com parceria com o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

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Segundo a pesquisadora, o principal objetivo é unir inovação tecnológica, sustentabilidade e desenvolvimento regional.

“Estamos transformando um resíduo agroindustrial em um insumo agrícola de valor agregado. É uma proposta alinhada aos princípios da economia circular, que amplia o acesso a fertilizantes mais sustentáveis e pode beneficiar especialmente os agricultores familiares da região”, destaca Edna Bonfim.

Mais de uma década de pesquisas

A trajetória dessa linha de investigação começou em 2009, por meio do Grupo de Práticas em Água e Solo (GPAS), que desenvolve estudos voltados à recuperação de áreas degradadas e à melhoria da qualidade dos solos.

Ao longo dos anos, os pesquisadores identificaram que a cinza vegetal possui potencial para fornecer nutrientes essenciais às plantas, melhorar características químicas do solo e contribuir para o manejo de nematoides. Os resultados já demonstraram benefícios em diversas culturas agrícolas, incluindo feijão, milho, rúcula, melão e flores ornamentais.

Além dos ganhos agronômicos, os estudos apontam redução na necessidade de fertilizantes minerais tradicionais, diminuindo custos de produção e tornando os sistemas agrícolas mais resilientes.

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Benefícios ambientais e econômicos

O aproveitamento da cinza vegetal também representa uma alternativa ambientalmente responsável para um resíduo gerado em grande escala por atividades agroindustriais. Ao ser incorporado à produção de fertilizantes, esse material deixa de representar um potencial risco de contaminação e passa a integrar uma cadeia produtiva de valor.

A tecnologia desenvolvida pelos pesquisadores contribui para a redução do desperdício de recursos, fortalece a economia circular e cria oportunidades para o desenvolvimento de soluções adaptadas às condições produtivas de Mato Grosso.

Reconhecimento científico

De acordo com a coordenadora do projeto, “a relevância dos resultados alcançados já vem sendo reconhecida pela comunidade científica nacional e internacional. As pesquisas geraram publicações em periódicos de elevado impacto, ampliando a visibilidade dos estudos desenvolvidos em Mato Grosso e consolidando o estado como referência em inovação voltada ao reaproveitamento de resíduos e à produção de fertilizantes sustentáveis”.

Fonte: Governo MT – MT

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