MATO GROSSO

FIT Pantanal encerra com sucesso de público e otimismo para o futuro

Publicado em

A edição 2025 da FIT Pantanal chegou ao fim neste domingo (08.6), consagrada como a maior feira de turismo do Centro-Oeste e do Norte do Brasil. Com público estimado em mais de 70 mil pessoas e a presença de 18 delegações de outros estados, o evento lotou o Centro de Eventos do Pantanal e se consolidou como vitrine nacional de experiências turísticas, cultura e produtos da agricultura familiar de Mato Grosso.

O governador em exercício, Otaviano Pivetta, participou da última noite da feira, percorreu estandes, fez compras de produtos artesanais e provou iguarias regionais. Ele destacou a importância da FIT como um espaço de sinergia entre quem produz e quem consome, especialmente para os pequenos produtores.

“A feira vem se destacando ano após ano e é uma satisfação presenciar isso. O governo do Estado se sente muito bem em participar e ver essa interatividade. São 70 mil pessoas passando por aqui, isso mostra que estamos no caminho certo”, afirmou.

Filho de pequenos produtores, Pivetta lembrou da própria trajetória e reforçou a necessidade de políticas públicas para fomentar o setor.

Leia Também:  Jurista Pérsio Oliveira Landim encerra 2º biênio como juiz-membro do TRE-MT

“Eu já fui pequeno agricultor, tirava leite também. É uma alegria ver essas famílias aqui tendo oportunidade de prosperar. Nosso papel é oferecer assistência técnica, crédito e apoio institucional. O produtor que trabalha precisa gerar renda para se manter no campo”, completou.

Além da movimentação intensa no espaço, com momentos em que até o estacionamento ficou sem vagas, o presidente da Fecomércio-MT, José Wenceslau Junior, celebrou o crescimento da feira.

“Esse ano tivemos mais de 42 municípios expondo, mais de 300 estandes e 18 delegações de fora. A agricultura familiar bombou. Os produtos simplesmente acabaram de tanto vender. Ano que vem, queremos ampliar ainda mais. No próximo ano, queremos abrir espaço para 60 prefeituras”, disse.


O secretário de Estado de Desenvolvimento Econômico, César Miranda, também destacou o sucesso do evento como estratégia de desenvolvimento, geração de emprego e renda. Para ele, o turismo é mais um motor da economia estadual.

“Essa feira se superou mais uma vez. Temos hoje quase 50 municípios expondo, ambiente de negócios e turismo consolidado. O turismo é uma grande ferramenta econômica para o Estado”, avaliou.

Leia Também:  Foragido por feminicídio no Maranhão é preso pela Polícia Civil em Marcelândia

A diretora superintendente do Sebrae-MT, Lélia Brun, enxerga a FIT como ponto de conexão entre todos os atores do setor.

“Foi um grande fórum de desenvolvimento e prospecção. Não só mostramos nossos roteiros turísticos e gastronomia, mas unimos forças para impulsionar ainda mais o potencial do turismo mato-grossense”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Advertisement

MATO GROSSO

Para atender alta complexidade, Hospital Central tem médicos de 36 especialidades

Published

on

Em julho, o Hospital Central de Alta Complexidade de Mato Grosso ampliará seu escopo de sete para 12 especialidades cirúrgicas 100% cobertas pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Para isso, a unidade formou um corpo médico com profissionais especializados em 36 áreas diferentes da saúde. O objetivo dessa junta médica é fazer um atendimento integral ao paciente, já que o hospital recebe casos complexos, críticos ou de difícil diagnóstico.

Unidade do Governo de Mato Grosso administrada pelo Einstein Hospital Israelita, o Hospital Central atualmente realiza cirurgias pediátricas, ortopédicas pediátricas, ortopédicas oncológicas, urológicas, gerais, do aparelho digestivo e ginecológicas. Até o final de julho, o escopo se amplia para procedimentos vasculares, cardiovasculares, torácicos, de mastologia oncológica e neurocirurgias eletivas.

Coordenador médico do hospital, Thales Chelala explica que, além dos médicos diretamente ligados à cirurgia, a equipe soma profissionais de 36 áreas específicas da saúde. São clínicos gerais, intensivistas, nefrologistas, anestesiologistas, pediatras, geriatras, médicos de cuidados paliativos, hematologistas, otorrinolaringologistas, entre outros especialistas. Essa multidisciplinaridade é uma das principais características de um hospital de alta complexidade.

Leia Também:  MT tem 31% de empregos a mais em relação a fevereiro de 2023, aponta Caged

“Essa equipe é fundamental para que o paciente possa ter um diagnóstico preciso e rápido e uma qualidade assistencial diferenciada. Essa integralidade nos cuidados é o que distingue uma unidade de alta complexidade”, ponderou Chelala. Além da realização de cirurgias propriamente ditas, o Hospital Central realiza uma série de procedimentos que dão base e apoio ao tratamento. “Precisamos dessa visão completa do paciente para sermos assertivos no atendimento de casos mais complexos”, destacou.

Na medicina diagnóstica, por exemplo, a unidade dispõe de tomografia, ressonância magnética, ecocardiografia e ultrassonografia. “São exames sofisticados feitos por equipamentos com alta tecnologia e que dependem de profissionais qualificados para interpretá-los”, observou o coordenador. Seguindo o planejamento de implantação plena do hospital, estão outras grandes aquisições para o SUS de Mato Grosso, a hemodinâmica, já em funcionamento, e a mamografia, a ser implantada até agosto.

Já na medicina clínica, o apoio de especialistas ocorre durante todo o período da internação, seja nas unidades de terapia intensiva (UTI) ou nas enfermarias. “É uma engrenagem. Acompanhamos o paciente antes, durante e depois da cirurgia, que é a nossa principal atividade. Adotamos esse modelo assistencial porque ele garante que as necessidades, tanto cirúrgicas quanto clínicas, sejam atendidas de uma maneira mais abrangente e eficiente”, afirmou o coordenador.

Leia Também:  Livro sobre memória, política e cultura LGBTI+ em Mato Grosso será lançado neste sábado (11) na Casa Cuiabana

Na prática, cada paciente é atendido por uma junta médica multidisciplinar e especializada. “É uma abordagem que faz muita diferença na medicina de alta complexidade, marcada por situações que demandam cirurgias mais sofisticadas, uso de tecnologia para o diagnóstico e casos com alto risco de vida. Aliar tecnologia com esse suporte humano é fundamental para cumprimos o papel do Hospital Central para o usuário do SUS em Mato Grosso”, contextualizou Alessandra Bokor, diretora da unidade.

É importante frisar que o cuidado interdisciplinar oferecido no Hospital Central ainda envolve outros profissionais da saúde essenciais aos planos terapêuticos, como nutricionistas, fisioterapeutas, farmacêuticos, fonoaudiólogos, psicólogos, enfermeiros, entre outros.

O Hospital Central de Alta Complexidade atende pacientes de todos os municípios de Mato Grosso 100% pelo SUS. Como o foco é voltado para a alta complexidade, os pacientes são encaminhados à unidade pela Central Estadual de Regulação.

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA