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Foragido da Justiça de São Paulo é preso pela Polícia Militar em Cocalinho

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Policiais militares de Cocalinho realizaram a prisão de um foragido da Justiça do Estado de São Paulo, na noite deste domingo (02.04). O suspeito, de 48 anos, foi encontrado após a PM receber denúncias de que ele teria invadido a residência da ex-companheira, no município.

Por volta de 18h, a PM de Cocalinho recebeu denúncias de uma mulher afirmando que seu ex-companheiro teria invadido sua residência. Segundo a vítima, o suspeito teria arrombado as portas do imóvel e ela, assustada, foi se abrigar na casa de vizinhos.

No local, os policiais confirmaram a denúncia e, ao entrarem na residência da vítima, se depararam com o suspeito dentro do imóvel. Em seguida, foi realizado procedimento de abordagem, sem qualquer tipo de resistência.

Ao realizar checagem de documentos, a equipe identificou que o suspeito estava com mandado de prisão em aberto pelo crime de homicídio, expedido pela Justiça do Estado de São Paulo, no ano de 2019.

Imediatamente, os policiais deram voz de prisão ao criminoso, que também foi autuado pela invasão à residência.

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O homem foi levado para a Delegacia mais próxima para registro da ocorrência e demais providências cabíveis do mandado de prisão.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

Veja o Documento

Fonte: Política MT

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