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Foragido por homicídio de adolescente é preso pela Polícia Civil em Poxoréu

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A Polícia Civil cumpriu, na manhã desta sexta-feira (16.01), em Poxoréu, um mandado de prisão contra um homem, de 53 anos, acusado de matar a adolescente Vitória Gabrielli Vidal Nascimento, 14 anos. Ele ainda foi autuado em flagrante por uso de documento falso, após apresentar uma identificação em nome de terceiro.

O crime que originou o mandado de prisão aconteceu em São José do Rio Claro, em março de 2017. Conforme a denúncia do Ministério Público, o homicídio teria sido praticado com asfixia e mediante recurso que dificultou a defesa da vítima, com enquadramento no art. 121, §2º, incisos III e IV, do Código Penal.

A peça acusatória, oferecida em 11 de janeiro de 2022, descreve que, após a morte, o corpo teria sido descartado em um matagal, sendo encontrado posteriormente já em estado de decomposição.

O suspeito morava perto da casa da vítima. As investigações apontaram que ele teve um desentendimento com um familiar da adolescente e, por isso, a matou.

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Após diversas buscas, nesta sexta-feira (16.01), a equipe da Divisão de Homicídios da Delegacia de Primavera do Leste localizou o foragido em um estabelecimento comercial em Poxoréu. Ao ser abordado, ele apresentou um RG em nome de outra pessoa.

Em consulta aos sistemas oficiais, foi constatado mandado de prisão expedido pela Comarca de São José do Rio Claro (MT), motivo pelo qual foi dada voz de prisão e realizada a condução à Central de Flagrantes.

O foragido também foi autuado em flagrante por uso de documento falso, crime contra a fé pública. O procedimento inclui requisição de exame pericial documentoscópico para verificação técnica do material apreendido.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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