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Força Tática apreende arma de fogo e tablete de maconha com faccionado

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Policiais militares da Força Tática do 5º Comando Regional apreenderam, na manhã desta terça-feira (11.2), uma arma de fogo, um tablete de maconha, além de uma quantia em dinheiro, no município de São Novo Joaquim (a 448 km de Cuiabá).

Na ação, um homem, que não teve a identidade divulgada e seria integrante de uma facção criminosa, morreu após confronto com as equipes.

Durante patrulhamento tático em decorrência da Operação Tolerância Zero, os policiais militares receberam informações de que o suspeito estaria extorquindo comerciantes da região a mando da facção.

Após a denúncia, as equipes intensificaram o policiamento e identificaram o homem em uma residência. Na tentativa de abordagem, ele disparou contra os policiais militares, que revidaram à injusta agressão.

O faccionado foi baleado, não resistiu aos ferimentos e veio à óbito. Após identificação, foi verificado que o suspeito tinha diversas passagens policiais por crimes como tráfico de entorpecentes, receptação e extorsão.

O material apreendido foi encaminhado à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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