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Força Tática apreende entorpecentes e prende dupla suspeita por tráfico ilícito de drogas em Nova Mutum

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Policiais militares da Força Tática do 14º Comando Regional prenderam, na noite desta quinta-feira (23.10), dois homens suspeitos de tráfico ilícito de drogas em Nova Mutum.

As equipes apreenderam 32 porções de maconha, um tablete do mesmo entorpecente e 16 porções de cocaína. Parte das drogas estava embalada e etiquetada em nome de uma facção criminosa no município.

Durante policiamento tático da Operação Tolerância Zero, os militares se depararam com um homem saindo de uma residência em atitude suspeita, no bairro Jardim Imperial. Ao perceber a aproximação dos policiais, ele tentou fugir, mas foi abordado e detido.

Com ele, os policiais localizaram algumas porções de entorpecentes. Nesse momento, as equipes flagraram um segundo suspeito tentando se esconder. Ele também foi abordado e portava algumas porções de maconha e cocaína.

Em buscas pelo local, as equipes localizaram outras grandes porções de entorpecentes espalhadas pelo imóvel. Além disso, foram encontradas algumas impressões adesivas que estavam sendo coladas para etiquetar e separar as drogas, com um nome em apologia à facção criminosa.

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Os suspeitos e todo o ilícito apreendido foram levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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