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Força Tática desarticula quadrilha por roubo e sequestro e recupera caminhonete em Rondonópolis

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A Força Tática do 4º Comando Regional prendeu em flagrante quatro homens, com idades entre 19 e 36 anos, pelos crimes de roubo e sequestro, na tarde desta terça-feira (03.12), em Rondonópolis. A quadrilha foi presa poucas horas após o crime e uma caminhonete Amarok foi recuperada.

Conforme o boletim de ocorrência, a equipe da Força Tática recebeu chamados para verificar um roubo a um estabelecimento comercial, na região do Distrito Industrial da cidade. No local, dois homens e uma mulher receberam os militares e confirmaram as denúncias.

Segundo as vítimas, quatro homens armados teriam invadido o local e anunciado um assalto. Eles teriam agido com violência e obrigado as vítimas a realizarem transações financeiras via pix. Os criminosos fugiram do local levando uma caminhonete Amarok branca e objetos pessoais de valor das vítimas.

Ainda em contato com as vítimas, os militares constataram que apenas uma transação de pix havia sido concluída e identificaram que o suspeito que havia recebido o valor seria um foragido da Justiça, sendo possível localizar o endereço de sua residência, no bairro Residencial Mathias Neves.

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As equipes da Força Tática se deslocaram ao endereço e encontraram o suspeito na frente de sua casa. Ao ser abordado, o homem confessou envolvimento no crime e informou a localização da caminhonete e o endereço dos demais envolvidos no roubo. Em seguida, os policiais foram até uma região de mata e encontraram a caminhonete Amarok.

Os militares se deslocaram até uma quitinete e encontraram os outros três suspeitos, sendo que dois deles tentaram fugir e foram interceptados. Com o trio foram localizados os celulares roubados das vítimas. Questionados sobre a arma de fogo utilizada no crime, os suspeitos afirmaram que o objeto estava na casa de um quinto envolvido, que não foi encontrado.

Os quatro criminosos receberam voz de prisão e foram conduzidos para a delegacia da cidade para registro da ocorrência e demais providências. O proprietário da caminhonete também esteve no local para fazer a recuperação do veículo.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

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Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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