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Força Tática forma 32 militares no curso de Técnicas de Apoio Policial em Cuiabá

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A Polícia Militar de Mato Grosso, por meio da Força Tática, realizou, nesta sexta-feira (25.10), a solenidade de encerramento do 1º Curso de Técnicas de Apoio Policial Multiplicador com 32 policiais militares, de doze Comandos Regionais do Estado.

O curso teve duração de três semanas e com objetivo de aperfeiçoar as atividades desempenhadas pelos militares dos Grupos de Apoio (GAPs) e dos batalhões de área, que são unidades formadas por policiais treinados para dar o apoio necessário às equipes de policiamento de rotina, em ocorrências que exigem reforço policial imediato.

Neste período, os policiais foram submetidos a treinamento teórico e prático em diversas disciplinas, como abordagem policial, atendimento pré-hospitalar em combate, balística policial, direção operacional, identificação veicular, patrulhamento urbano, tiro policial, uso potencial da força, instrumentos de menor potencial ofensivo e atividades simuladas.

O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, destacou os importantes investimentos na área de capacitação e preparo dos policiais militares de Mato Grosso.

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“Celebramos mais um importante curso promovido pela Polícia Militar e somos gratos pelo total apoio, empenho e interesse dos militares na capacitação, para assim exercerem com excelência as atividades de segurança pública. Vivemos uma nova realidade na instituição como nunca antes na história da PM de Mato Grosso”, disse.

A solenidade ainda contou com entrega de homenagens ao corpo técnico e direção do curso, bem como aos três colocados no 1º Curso de Técnicas de Apoio Policial e o descerramento da placa de conclusão do curso.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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