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Força Tática prende 3 integrantes de facção criminosa com drogas e cestas básicas

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Policiais militares da Força Tática do 1º Comando Regional prenderam três integrantes de facção criminosa por tráfico ilícito de drogas, na tarde desta quarta-feira (29.1), em duas ocorrências na Capital.

Em continuidade a Operação Tolerância Zero, a equipe policial da 21ª Companhia Independente flagrou dois homens em atitude suspeita, na avenida Newton Rabello de Castro, no bairro Pedra 90. Os suspeitos tentaram fugir ao verem a viatura.

Os policiais fizeram abordagem e, com um dos suspeitos, foram encontradas três substâncias análogas à maconha. A equipe também identificou que o homem tem seis passagens pelo crime de tráfico ilícito de drogas.

Em relato aos policiais, o suspeito afirmou ter mais entorpecentes em sua residência. A equipe se deslocou ao endereço. No local, foram localizadas cinco porções de maconha e sete substâncias análogas a maconha ice (droga feita a partir de flores de maconha congelada), além de material para embalo, caderno de anotações, balança de precisão e um cano de revólver calibre .38.

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Os militares também encontraram cinco sacolões de alimentos e sete kits de limpeza. O suspeito informou que os sacolões são de uma facção criminosa e seriam distribuídos por ele.

Abordagem no bairro São João Del Rey

Ainda nesta quarta, as equipes prenderam um homem, de 26 anos, por tráfico ilícito de drogas durante patrulhamento pelo bairro São João Del Rey. Com o suspeito, foram encontrados 34 porções de maconha, 93 porções de pasta base e uma quantia de R$ 251 em espécie.

O suspeito tentou dispensar os ilícitos, após identificar a aproximação dos policiais militares. Em relato a equipe, o homem afirmou ser faccionado e ter mais entorpecentes em sua residência. Os militares entraram no local, em um barraco de madeira, e localizaram uma sacola com grande quantidade de entorpecentes.

Todos os suspeitos e os ilícitos apreendidos foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

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*Sob supervisão Wellyngton Souza

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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