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Força Tática prende dois suspeitos e apreende adolescente por tráfico de drogas em Alta Floresta

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Policiais militares da Força Tática do 9º Comando Regional prenderam, neste sábado (14.3), um homem de 27 anos e uma mulher de 32 anos, além de apreenderem um adolescente de 17 anos, suspeitos de tráfico ilícito de drogas no município de Alta Floresta.

A ação foi realizada por equipes policiais durante diligências relacionadas a uma ocorrência de sequestro, cárcere privado, tortura e associação criminosa registrada anteriormente.

De acordo com informações levantadas, a investigação teve início após uma vítima procurar a Polícia Militar relatando que havia sido sequestrada pelo o suspeito. Conforme o relato, o homem havia levado a vítima até uma área afastada na rodovia MT-325, nas proximidades de uma pedreira localizada a cerca de cinco quilômetros da cidade.

A partir dessas informações, os militares se deslocaram até uma residência no bairro Jardim das Oliveiras, onde, diante da situação de flagrante delito, realizaram a entrada no imóvel. No local, os policiais localizaram um suspeito apontado como integrante de uma facção criminosa.

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Durante a abordagem, o suspeito confessou a participação nos fatos investigados na ocorrência anterior. Em buscas no interior da residência, os policiais encontraram grande quantidade de entorpecentes, entre substâncias análogas à maconha, cocaína e drogas sintéticas, como LSD e ecstasy.

Também foram apreendidos materiais utilizados para o preparo e fracionamento das drogas, entre eles plástico filme, embalagens do tipo zip lock, frascos utilizados para a fabricação de lança-perfume, além de diversos aparelhos celulares e um rádio comunicador.

Questionado sobre o material, o suspeito assumiu ser o proprietário das drogas e relatou que o imóvel era utilizado como ponto de comercialização de entorpecentes.

Diante dos fatos, os dois suspeitos receberam voz de prisão e o adolescente foi apreendido, sendo todos encaminhados à Delegacia de Polícia Judiciária Civil para registro da ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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