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Força Tática prende em Poconé foragido suspeito por tentativa de feminicídio em Cuiabá

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Policiais militares da Força Tática do 2º Comando Regional prenderam, na noite desta quarta-feira (12.11), um homem, de 27 anos, suspeito por tentativa de feminicídio, em Poconé (105 km de Cuiabá). Ele havia mandado de prisão em aberto pelo crime. O caso ocorreu no dia 27 de abril, no bairro Morada do Ouro, na Capital.

Na ocasião, a vítima, da mesma idade, foi esfaqueada no tórax pelo então suspeito. Conforme o boletim de ocorrência, os envolvidos estavam separados há cerca de três meses. O homem invadiu sua residência e tentou contra a vida da mulher. O suspeito ainda a levou até a Unidade de Pronto-Atendimento, alegando que ela havia sofrido um acidente doméstico.

A informação foi desmentida pela vítima, momento em que o suspeito fugiu e não foi mais localizado. Já na noite desta quarta, durante desdobramento da Operação Asfixia, os policiais militares, receberam informações sobre o então paradeiro do foragido da Justiça, que estava no município de Poconé.

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As equipes intensificaram o policiamento na região e o localizaram em um táxi, que seguia para Cuiabá. O veículo foi interceptado em um trecho da MT-060, no Distrito de Cangas, na Baixada Cuiabana, frente a um posto de combustível. O suspeito foi conduzido à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

Combate ao tráfico

Momentos antes de ser localizado, o suspeito teria foragido de uma abordagem em uma residência apontada como ponto de compra e venda de entorpecentes, no bairro João Godofredo. As equipes se depararam com um homem, de 25 anos, que correu, após avistar os policiais militares. Ele seguiu para dentro de um imóvel, foi abordado e detido.

Em buscas domiciliar, as equipes apreenderam 20 porções de substância análogas à skank, conhecida como super maconha embaladas em sacos plásticos, uma balança de precisão e outros pertences. Ao ser detido, o suspeito relatou aos policiais militares a identificação e localização do foragido da Justiça. O comparsa e o todo material ilícito foram entregues à delegacia.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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