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Força Tática prende mulheres por tráfico e apreende drogas, celulares e tablets

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Policias militares da Força Tática, da 15ª Companhia Independente, apreenderam, na manhã desta terça-feira (02.05), oito quilos de entorpecentes, 24 fones de ouvidos, 37 fontes de carregadores de celulares, nove cabos USB, dois tabletes e outros produtos ilícitos, no bairro Portal dos Imigrantes, em Várzea Grande. Na ação, duas mulheres foram presas por tráfico ilícito de entorpecentes e formação de quadrilha.

Por volta das 9 horas, durante patrulhamento de rotina pela região, os militares identificaram uma mulher, em atitude suspeita, de frente a uma residência que, ao ver aproximação dos militares tentou correr para dentro do imóvel, sendo abordada no local.

Os policiais identificaram um forte odor de entorpecentes, momento em que a mulher confessou que havia drogas dentro da casa. A suspeita conduziu a equipe até um dos quartos da casa, onde havia um tambor repleto de acessórios para aparelho celular e entorpecentes.

Na ocasião, foram encontrados oito quilos de maconha, 37 fontes de celular, 24 fones de ouvido, nove cabos USB, oito carregadores, dois celulares, dois tablets, 10 ampolas de epinefrina, uma porção de ácido bórico e uma balança de precisão.

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Aos militares, a mulher relatou que estava guardando os produtos a pedido de uma amiga que reside no bairro Costa Verde. Em seguida, as equipes localizaram a segunda suspeita, que é monitorada por meio de tornozeleira eletrônica.

À PM, a suspeita revelou que os produtos seriam entregues ao namorado, que está detido na Penitenciária Central do Estado e integra uma organização criminosa. A dupla e os produtos levados à delegacia para registro do boletim de ocorrência e demais providências cabíveis.

Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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