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Força Tática prende quadrilha por tráfico de drogas, apreende maconha e pasta base de cocaína

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Dois homens e duas mulheres foram presos na noite desta terça-feira (11.3), por policiais militares da Força Tática do 5ª Comando Regional, suspeitos por tráfico ilícito de drogas. A ação ocorreu em Barra do Garças (500 km de Cuiabá). Com a quadrilha, as equipes apreenderam 36 porções de entorpecentes, entre maconha e pasta base de cocaína.

Durante patrulhamento tático previsto na Operação Tolerância Zero, no bairro São José, as equipes flagraram um dos homens, em atitude suspeita, em frente a uma residência, supostamente comercializando entorpecentes.

Ao perceber a aproximação dos policiais militares, o homem correu para dentro de um imóvel na Rua Padre Feijó, mas foi detido pelas equipes. Em busca pessoal, foram encontrados com ele, diversas porções de maconha.

Na casa, os policiais militares identificaram a presença de outras três pessoas, um homem e duas mulheres e várias porções de maconha e pasta base de cocaína, prontas para comercialização. A quadrilha e todo material apreendido foram encaminhados à delegacia para registro do boletim de ocorrência.

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Disque-denúncia

A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190 ou 0800.065.3939.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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