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Forças de segurança apreendem 500 kg de drogas e causam prejuízo de R$ 20 milhões às facções criminosas

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Federal, com apoio do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), apreenderam cerca de 500 quilos de pasta base de cocaína na zona rural de Sinop (a 498 km de Cuiabá). A apreensão, realizada nesta terça-feira (3.2), causou um prejuízo de R$ 20 milhões às facções criminosas.

Foram apreendidos uma caminhonete e um avião bimotor que estava carregado com a droga. Um homem de 39 anos, suspeito de dar apoio ao transporte do entorpecente, também foi preso.

Equipes do Gefron e da Polícia Federal chegaram a uma pista clandestina antes da decolagem da aeronave, que estava com os motores ligados, e impediram o voo. Durante buscas em uma mata, ao lado da pista clandestina, o suspeito foi preso tentando fugir do cerco policial.

No local, também foram apreendidos uma arma de cano longo e galões de combustível.

O entorpecente, a aeronave e o suspeito foram encaminhados à sede da Polícia Federal em Sinop e ficaram à disposição da Justiça.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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