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Forças de segurança apreendem avião com 1 tonelada de cocaína e causam prejuízo de R$ 28 milhões às facções criminosas

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron), a Polícia Federal, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e a Força Aérea Brasileira (FAB) apreenderam um avião com 1 tonelada de cocaína, em uma operação conjunta realizada na tarde desta sexta-feira (26.9), em Rondonópolis (a 220 km de Cuiabá). O prejuízo causado às facções criminosas é estimado em mais de R$ 28 milhões.

A ação, que ocorreu em uma área rural de Rondonópolis, próxima à divisa do município com Alto Garças (a 357 km de Cuiabá), contou com o apoio da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) e equipes da Polícia Militar. Toda a operação também resultou na prisão de três traficantes em flagrante.

A mobilização das forças policiais teve início a partir da detecção, por radares da FAB, de uma aeronave de pequeno porte vindo da Bolívia. O avião entrou no espaço aéreo brasileiro sem plano de voo, o que levou ao acionamento de caças A-29 da FAB.

O avião, que usava prefixo falso, foi localizado em uma pista de pouso clandestina que seria utilizada para o armazenamento e transporte de drogas. Com a chegada das equipes, os criminosos abandonaram o local, mas três suspeitos foram presos durante as buscas.

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No local, dentro e fora da aeronave, foram apreendidos 31 fardos de entorpecentes. Parte da droga já estava sendo escondida em área de mata, outra sendo carregada em uma caminhonete Hilux, que também foi apreendida.

As investigações agora seguem com a Polícia Federal, com o objetivo de identificar e prender lideranças do tráfico, descapitalizar financeiramente os grupos criminosos e, assim, desarticular esse e outros grupos criminosos ou facções envolvidos com o narcotráfico.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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