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Forças de segurança apreendem cerca de 500 kg de cocaína e causam prejuízo R$ 13,2 milhões às facções

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Uma operação integrada entre quatro unidades das Forças de Segurança aprendeu, neste domingo (26.1), cerca de 500 quilos de cocaína, em uma área rural do distrito de Guariba, município de Aripuanã (a 1.250 km de Cuiabá). O prejuízo causado às facções criminosas é de R$ 13,2 milhões.

A operação envolveu o Grupo Especial de Fronteira (Gefron), a Polícia Militar, o Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer) e a Polícia Federal.

A apreensão ocorreu em área da Amazônia Legal. A droga estava dividida em tabletes que foram armazenados em fardos, em um total de 15, ocultados próximo a uma pista clandestina de pouso.

Durante a ação, um homem, de 55 anos, foi preso em flagrante por suspeita de tráfico de drogas, além de três caminhonetes, sendo duas modelo L-200 e um Hilux, que foram apreendidas.

De acordo com o relatório preliminar, as incursões de buscas e outras atividades policiais se estenderam por mais de 48 horas na selva amazônica.

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A operação foi comandada pelo Gefron e pela PF com apoio de equipes da 10ª Companhia Independente de Polícia Militar de Aripuanã e da aeronave do Centro Integrado de Operações Aéreas(Ciopaer).

Denúncias

A sociedade pode contribuir com as ações do Gefron contra o tráfico de droga e outros crimes por meio do disque-denúncia 08006461402 e o contato com a base da unidade(WhatsApp e ligações) (65)996687655.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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