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Forças integradas apreendem 2,2 toneladas de cloridrato de cocaína em Sinop e Poconé

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Duas operações conjuntas das forças estaduais de segurança com a Polícia Federal realizadas neste domingo (26.02) resultaram na prisão de um piloto e apreensões de um aeronave e de aproximadamente  2,2 toneladas de cloridrato de cocaína.

As primeiras apreensões, de 462 kg e uma aeronave (Cesna Aircraft), aconteceram no final da manhã, no aeroporto de Sinop (500 km de Cuiabá). Nessa, o piloto, um homem de 25 anos, foi preso em flagrante delito. A segunda e maior apreensão, de 1,7 tonelada, ocorreu à noite na região do Pantanal mato-grossense, no município de Poconé (200 quilômetros de Cuiabá).

Essas ações mobilizaram equipes do Grupo Especial de Fronteira (Gefron), do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), órgãos vinculados operacionalmente à Secretaria de Segurança Pública, e policiais militares do 3º Comando Regional de Sinop.  

A droga estava dividida em 64 volumes. Na aeronave, no aeroporto de Sinop, foram encontrados 14 fardos. Em Poconé, a droga estava escondida em uma área de mata densa, ocultada com mantas de lona, dividida em 50 fardos. Na mesma região do Pantanal onde a droga foi apreendida as forças policiais descobriram uma pista de pouso clandestina.

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Essa operação é resultado de um trabalho de monitoramento e investigação na área de fronteira. As primeiras apurações indicaram uma possível ligação das drogas encontradas na aeronave e na região pantaneira.

Cloridrato de cocaína

O cloridrato de cocaína é a substância pura forma de um sal sem presença de impurezas ou adição de outros componentes usados no preparo para o comércio.
 

Fonte: GOV MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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