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Fórum Estadual aborda certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação

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O ‘6º Fórum Estadual de Vigilância para Febre Aftosa’ abordará, na próxima terça-feira (05.12), em Cuiabá, os caminhos para a certificação internacional de zona livre de febre aftosa sem vacinação e o fortalecimento do sistema de prevenção e detecção precoce da aftosa, em Mato Grosso.

O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea-MT) é uma das nove instituições que compõem a Equipe Gestora Estadual do Plano Estratégico 2017-2026 do Programa Nacional de Vigilância para a Febre Aftosa em Mato Grosso (PNEFA-MT).

O evento será às 14h, no auditório da Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), e terá transmissão ao vivo AQUI.

De acordo com o coordenador de Defesa Sanitária Animal do Indea, Felipe Peixoto, o 6º Fórum Estadual debaterá as ações adotadas nos últimos anos para o fortalecimento do sistema de vigilância com o objetivo de conquistar o reconhecimento internacional de livre da febre aftosa sem vacinação, e os benefícios que isso trouxe, como a oportunidade de conquistar novos mercados.

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“Foram muitos anos de ações estratégicas em conjunto, reunindo pecuaristas, poder público e representantes do setor produtivo. É importante destacar nesse evento o papel do produtor na vigilância dos animais, para proteger o patrimônio pecuário estadual”, comenta o coordenador do Indea.

No evento durante a exposição do painel “Caminhos para a certificação interacional de Zona Livre de Febre Aftosa sem vacinação” haverá a palestra da auditora fiscal do Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa), Ana Carolina Fanhani de Arruda Botelho; do presidente da Comissão de Coordenação dos Grupos Gestores (CCGE) do bloco IV da PNEFA, Amarildo Merotti; e ainda a realização da mesa redonda intermediada pelo diretor técnico da Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat), Francisco de Sales Manzi.

Já no painel ‘Participação do produtor na vigilância para febre aftosa e investimentos na educação sanitária’ será marcada pelas palestras de Ana Carolina Schmidt e Felipe Peixoto, que integram o quadro de médicos veterinários do Indea, e ao final a realização da mesa redonda comandada por Amarildo Merotti.

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Haverá ainda a realização da palestra magna “O processo de evolução da América do Sul para livre de febre aftosa sem vacinação e implantação do banco de vacinas”, realizada pelo representante do Centro Pan-Americano de Febre Aftosa (Panaftosa), Guilherme Henrique Figueiredo Marques.

Para participar do Fórum, realize a inscrição aqui.

Além do Indea, o ‘6º Fórum Estadual de Vigilância para Febre Aftosa’ é organizado pelas entidades: Famato Mapa, Acrimat, Acrismat (Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso), Aproleite (Associação dos Produtores de Leite de Mato Grosso), Fesa (Fundo Emergencial de Saúde Animal), CRMV-MT (Conselho Regional de Medicina Veterinária e Zootecnia do Estado de Mato Grosso) e Sindifrigo (Sindicato das Indústrias Frigoríficas de Mato Grosso).

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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