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Fundo aprova edital com foco na inclusão de povos tradicionais e agricultores em situação de vulnerabilidade

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O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), realizou nesta quarta-feira (16.7) a 1ª Reunião Extraordinária do Conselho de Administração do Fundo de Apoio à Agricultura de Pequena Escala (Consad/Fundaaf). A reunião foi presidida pela secretária de Estado de Agricultura Familiar e presidente do Conselho, Andreia Fujioka, e contou com a participação de representantes da Sefaz, Casa Civil, PGE, e Empaer.

Na reunião, foi apresentado um balanço das ações do Fundaaf desde a sua criação, com destaque para a estruturação de normativas, capacitação de extensionistas da Empaer e formalização da parceria com a Desenvolve MT. Os conselheiros também aprovaram a convalidação do Edital nº 002/2025, da modalidade Inclusão Rural, que destina até R$ 6 mil em recursos não reembolsáveis por família beneficiada.

“Ao aprovarmos esse edital, estamos garantindo que os recursos cheguem a quem realmente precisa, com critérios técnicos, transparência e apoio das nossas instituições parceiras. O Fundaaf é uma política pública transformadora para a agricultura de pequena escala de Mato Grosso”, destacou a secretária Andreia Fujioka.

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Inclusão Rural

A apresentação do edital trouxe informações detalhadas sobre os critérios e etapas da modalidade Inclusão Rural, voltada para agricultores familiares e integrantes de povos e comunidades tradicionais com renda per capita inferior a meio salário mínimo, inscritos no CadÚnico Rural.

As propostas selecionadas receberão até R$ 6 mil, em parcela única por meio de cartão, para aquisição de insumos, equipamentos, infraestrutura e serviços produtivos. A análise das propostas será realizada por um Comitê constituído por servidores da Seaf e da Empaer, com priorização de mulheres, jovens, idosos, assentados, povos indígenas e comunidades quilombolas.

Além do apoio financeiro, os beneficiários contarão com acompanhamento técnico da Empaer durante todo o processo de execução e prestação de contas envolvendo assistência técnica, palestras e capacitações.

Entre os documentos obrigatórios para participação estão: extrato do CadÚnico Rural, termo de adesão ao Fundaaf, certidões negativas estaduais e federais, e declaração de pertencimento étnico (quando aplicável).

Próximas etapas e decisões de governança

Na reunião, também foram apresentados os próximos passos do programa, como o suporte aos extensionistas, cronograma de análise e liberação dos recursos, e previsão de publicação do novo edital da modalidade Incentivo Produtivo. Além disso, o conselho aprovou o calendário das reuniões ordinárias de 2025, marcadas para os dias 01 de setembro e 03 de dezembro.

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Outra deliberação importante sugerida pelo membro titular da PGE, procurador de Estado, Diego Marques Santana Miyoshi, foi a proposta de realizar reuniões em municípios estratégicos do estado, com o objetivo de promover institucionalmente o Consad-Fundaaf junto às comunidades beneficiárias.

“Nós apoiamos a sugestão do procurador Diego, porque nosso objetivo é estar cada vez mais próximos de quem vive no campo. Os mutirões são uma estratégia para orientar, apoiar e garantir que ninguém fique de fora por falta de informação ou dificuldade com a documentação”, afirmou Andreia Fujioka.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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