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Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra Mulher reúne juízes, promotores e policiais em seminário para prevenção ao feminicídio

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O Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra Mulher realiza, na terça-feira (14.4), o Seminário Mato-grossense de Prevenção ao Feminicídio: Gestão de Risco e Decisão Fundamentada. O evento será no Salão Nobre Cloves Vettorato, no Palácio Paiaguás, a partir das 8 horas.

O objetivo do evento é capacitar integrantes do Sistema de Justiça, como juízes, promotores e policiais civis e militares, para atuação integrada na prevenção ao feminicídio, usando o Formulário Nacional de Avaliação de Risco (Fonar) de forma padronizada. Também estará em pauta o papel da mídia como agente de proteção.

Serão palestrantes no Seminário a chefe do Gabinete de Enfrentamento à Violência Contra Mulher, delegada Mariell Antonini Dias Viana; a juíza Luciana Lopes Rocha; e o delegado Marcelo Zago.

Confira programação:

8h – Abertura

9h – 1ª Palestra: “Feminicídio: Relatório das mortes violentas de mulheres e meninas por razões de gênero – 2025” – Palestrante: Delegada Mariell Antonini Dias Viana.

10h30 – 2ª Palestra: “Finalidade do FONAR, estrutura, fatores de risco, momento e competência para aplicação” – Palestrante: Juíza Luciana Lopes Rocha

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14h – 3ª Palestra: “Classificação e Gestão do Risco” – Palestrante: Juíza Luciana Lopes Rocha

16h30 – 4ª Palestra: “Mídia como Agente de Proteção” – Palestrante: Delegado Marcelo Zago

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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