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Gefron apreende 112 tabletes de entorpecentes e causa prejuízo ao crime de R$ 2,3 milhões

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) realizou a apreensão de 112 tabletes de pasta base e cloridrato de cocaína durante uma operação realizada em uma região de mata na área rural de Porto Esperidião (323 km de Cuiabá). A ação ocorreu na tarde desta terça-feira (05.03), como parte das operações “Protetor das Fronteiras e Divisas” e “Ágata”.

A equipe policial estava em diligência na área rural da cidade quando avistou quatro indivíduos carregando sacos conhecidos como “cangas”, frequentemente utilizados para o transporte de drogas. Ao perceberem a presença dos policiais, o grupo abandonou os sacos e fugiu se embrenhando na mata.

Dentro dos sacos os policiais encontraram 66 tabletes de pasta base de cocaína e 46 de cloridrato de cocaína. O entorpecente está avaliado em R$ 2,3 milhões, valor de prejuízo ao tráfico internacional de drogas.

Os materiais foram apreendidos e encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal de Cáceres para as medidas necessárias.

As operações têm como objetivo o combate aos crimes transfronteiriços entre o Brasil e a Bolívia.

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Participaram da ocorrência a Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), por meio do Gefron, Delegacia Especializada de Repressão aos Crimes de Fronteira (Defron) e Polícia Militar, juntamente com o Exército Brasileiro, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, e Receita Federal.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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