MATO GROSSO

Gefron apreende 154 quilos de entorpecente e causa prejuízo ao crime de R$ 3,9 milhões

Publicado em

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, na noite desta quinta-feira (21.03), 154 quilos de entorpecentes na MT-010, em Cuiabá. A ação contou com auxílio da Polícia Federal e Exército Brasileiro no âmbito da operação Olhos da Fronteira.

As equipes estavam em diligências apurando algumas denúncias quando visualizaram um ônibus e realizaram a abordagem, iniciando a busca veicular, onde encontraram várias caixas com tabletes de entorpecentes. 

Foram apreendidos 130 quilos de cloridrato de cocaína e 24 quilos de pasta base de cocaína, avaliados ao todo em R$ 3,6 milhões. Somado ao valor do ônibus, o prejuízo total ao crime é de R$ 3,9 milhões. 

Dois homens estavam no veículo e ambos receberam voz de prisão por tráfico ilícito de drogas. 

Diante dos fatos, os suspeitos, o veículo e os entorpecentes foram encaminhados para a Delegacia da Polícia Federal de Cuiabá para as devidas providências.
 

Fonte: Governo MT – MT

Leia Também:  Inscrições para Unemat pelo Sisu começam na próxima segunda-feira (22)
Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  Mato Grosso fecha 2025 com crescimento de 25% no emprego formal, segundo Novo Caged

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Escola de Saúde Pública capacitou 120 profissionais em Educação Popular em Saúde

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA