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Gefron apreende 200 quilos de drogas e dá prejuízo de R$ 1,5 milhão às facções criminosas

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, nesta quinta-feira (11.9), cerca de 200 quilos de entorpecentes durante ação contra o narcotráfico em Porto Esperidião (322 km de Cuiabá). Ao todo, a operação provocou um prejuízo estimado em R$ 1,5 milhão às facções criminosas.

Um homem foi preso e um veículo utilizado para o transporte do entorpecente também foi apreendido.

A apreensão ocorreu em patrulhamento na rodovia MT-265, quando equipe identificou um veículo VW Fox, que ao avistar a viatura policial começou a realizar manobras bruscas e acabou “afogando o motor”.

Durante buscas no veículo, os policiais encontraram vários sacos contendo diversas drogas. Foram apreendidos, 141 kg de substância análoga à supermaconha (skunk), 60 kg de pasta base de cocaína e meio quilo de cloridrato de cocaína, totalizando 201,5 quilos de entorpecente.

O suspeito foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal de Cáceres, por tráfico de drogas, juntamente com o veículo e o entorpecente que estava sendo transportado.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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