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Gefron apreende 43 tabletes de pasta base de cocaína; prejuízo ao crime organizado é de R$ 932 mil

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 43 tabletes de substância análoga a pasta base de cocaína e prendeu três pessoas por tráfico internacional de drogas, na tarde desta quarta-feira (23.08), na cidade de Pontes e Lacerda (530 km de Cuiabá).

A ação ocorreu no âmbito da Operação Hórus – Guardiões da Fronteira, em conjunto com a Polícia Federal, 12º Comando Regional e Força Tática do 4º Comando Regional.

Através da troca de informações entre as forças de segurança pública, os policiais do Gefron descobriram que um veículo Fiat Strada, de cor vermelha, deveria passar pela região transportando drogas.

Diante disso, as equipes realizaram bloqueios policiais e conseguiram visualizar a picape e uma van com placas da Bolívia. Os militares abordaram os veículos e, na van, encontraram 43 tabletes de pasta base de cocaína, pesando aproximadamente 44,4 kg.

O entorpecente estava escondido em um compartimento falso da van e o casal que estava no veículo confessou que atuava em conjunto com o motorista da Fiat Strada, e que ele seria o dono da droga.

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Com apreensão do entorpecente e dos veículos, o prejuízo estimado ao crime é de R$ 932 mil.

Os suspeitos e os materiais apreendidos foram encaminhados para Delegacia de Polícia Federal de Cáceres, que derá continuidade nas investigações.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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