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Gefron apreende 450 quilos de droga e causa prejuízo de R$ 8,2 milhões ao tráfico

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu, na noite deste sábado (02.08), 450 quilos de cloridrato de cocaína e pasta base, na cidade de Poconé (103 km de Cuiabá). A ação faz parte da operação Hórus – Guardiões da Fronteira e contou com auxilio da 6ª Companhia Independente da Polícia Militar.

A localização do entorpecente ocorreu durante patrulhamento na Rodovia Transpantaneira, quando os policiais visualizaram uma picape Fiat Strada e na abordagem descobriram que o motorista atuava como “batedor” para um segundo veículo que transportava uma grande quantidade de droga. Na ocasião, o suspeito confessou que receberia a quantia de R$ 3 mil pelo serviço.

Instantes depois, os policiais tentaram abordar um veículo Chevrolet Montana, responsável por transportar o entorpecente, no entanto, o condutor não obedeceu a ordem de parada e atirou contra os militares, que revidaram.

Ferido, o suspeito foi levado ao Pronto-Socorro de Poconé, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu. Com ele, o Gefron aprendeu um revólver calibre 38, usado para atirar na equipe.

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No veículo foram encontrados 15 fardos com 461 tabletes de entorpecentes, que somam mais de 450 quilos. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 8,2 milhões.

O “batedor” acabou preso em flagrante e foi encaminhado para Delegacia de Fronteira de Cáceres.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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