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Gefron apreende 50 tabletes de skank e causa prejuízo ao crime de R$ 150 mil

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 50 tabletes de skank, também conhecida como supermaconha, na noite desta quinta-feira (10.10), em Pontes e Lacerda (a 440 km de Cuiabá). Um homem foi preso e um adolescente apreendido pelos agentes. A droga está avaliada em cerca de R$ 150 mil.

Durante o patrulhamento, a equipe avistou uma picape Fiat Toro branco com características semelhantes às de um carro roubado. Ao tentar abordar o veículo, o condutor jogou o carro contra os policiais, que dispararam para conter a ação.

Após o motorista parar o veículo, os militares realizaram uma busca na picape e encontraram 50 tabletes de skank em uma caixa de isopor na carroceria. O condutor, que estava acompanhado de um adolescente, confessou ser o proprietário da droga e foi encaminhado à Delegacia de Fronteira de Cáceres.

O suspeito possui passagens criminais por porte e posse ilegal de arma de fogo e tráfico de drogas.

A ação faz parte da operação integrada Protetor das Fronteiras e Divisas, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Exército Brasileiro, Delegacia de Fronteira (Defron), da Polícia Civil e entre outras instituições estaduais e federais.

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Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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