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Gefron apreende 80 tabletes de pasta base e causa prejuízo de R$ 2 milhões ao crime

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu 80 tabletes de pasta base de cocaína, nesta quarta-feira (02.10), na zona rural de Porto Esperidião (322 km de Cuiabá). O prejuízo estimado ao tráfico de drogas é de R$ 2 milhões.

Uma equipe estava em patrulhamento pela região do Berro D’Água, quando viu quatro homens carregando entorpecentes em sacos (cangas), na modalidade de tráfico de drogas conhecida como “mulas humanas”.

Quando os militares se aproximaram para fazer abordagem, os suspeitos reagiram atirando contra os policiais, que revidaram. Logo depois, o grupo fugiu e abandonou os quatro sacos com as drogas, que foram apreendidos pelos policiais militares. Os 80 tabletes totalizavam 80 quilos.

O entorpecente foi encaminhado para a Delegacia de Fronteira (Defron) em Cáceres.

A ação faz parte da operação integrada Protetor das Fronteiras e Divisas, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp-MT), com apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Exército Brasileiro, Delegacia de Fronteira (Defron), da Polícia Civil, entre outras instituições estaduais e federais.

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O Gefron conta com o serviço de disque denúncia, pelo número 0800.646.1402. As informações recebidas são checadas pela equipe e a identidade é mantida em sigilo.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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