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Gefron apreende carga ilegal de agrotóxico boliviano no Brasil avaliada em R$ 100 mil

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) apreendeu neste domingo (18.5) uma carga ilegal de agrotóxico boliviano e prendeu o suspeito que transportava os insumos no município de Porto Esperidião (520 km de Cuiabá).

A operação gerou um prejuízo de R$ 100 mil a ação criminosa com a apreensão de 30 embalagens de herbicidas e inseticidas, além de quatro lâmpadas solares e 60 litros de combustível.

Conforme o Gefron, a apreensão ocorreu durante patrulhamento na MT 338, região de fronteira do município com a Bolívia, ao abordar uma caminhonete GM S10, prata, que estava sendo conduzida por brasileiro.

Ao vistoriar o veículo, os operadores de fronteira encontraram a carga de origem estrangeira sem documentação e autorização de entrada no Brasil, e sendo transportada fora da rota aduaneira.

O condutor do veículo foi detido por contrabando e descaminho e encaminhado à Delegacia de Polícia de Porto Esperidião, juntamente com a carga ilegal.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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