MATO GROSSO

Gefron aumenta em 21% o prejuízo causado às facções criminosas em Mato Grosso

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Com o lançamento do programa Tolerância Zero, o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) aumentou em 21% o prejuízo provocado às facções criminosas entre dezembro de 2024 e junho de 2025 em comparação com o mesmo período do ano anterior.

Conforme balanço do programa, o dano provocado pelas operações do Gefron aos grupos criminosos aumentou de R$ 260 milhões a R$ 316 milhões de um período para o outro. Os valores equivalem a drogas, aeronaves, moedas e veículos apreendidos durante as ações.

A partir dos investimentos feitos, o grupo especial aumentou de 121 para 231 a quantidade de operações realizadas na região de fronteira, o que representa aumento de 90,1% das ações.

A quantidade de drogas apreendidas aumentou de 11,6 toneladas para 12,6 toneladas, representando um crescimento de 8,6%.

Para o coordenador do Gefron, tenente coronel PM Manoel Bugalho Neto, os investimentos feitos pelo programa Tolerância Zero aumentaram a presença das forças policiais nos municípios que compõem a região de fronteira.

“Desde os investimentos feitos a partir do Tolerância Zero nós ampliamos a presença das nossas equipes nas regiões utilizadas como rota para o transporte de drogas na fronteira com a Bolívia, inibindo o tráfico de drogas. O que significa menos droga entrando em nosso país”, explicou.

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O secretário de Segurança Pública (Sesp), coronel PM César Roveri, destacou que os resultados alcançados ocorreram graças ao programa Tolerância Zero e integração operacional das forças de segurança estaduais e federais de Mato Grosso.

“As operações integradas aumentaram, principalmente com apoio da Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e Justiça Federal, que nos ajudam a trazer excelentes resultados para os nossos valorosos operadores da região de fronteira e o resultado está apresentado”, destacou.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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