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Gefron causa prejuízo de R$ 33,4 milhões às facções criminosas

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O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) já causou um prejuízo estimado de mais de R$ 33 milhões aos grupos criminosos nos primeiros 20 dias de 2026, com apreensões de droga que somam 1,5 tonelada de drogas, uma aeronave e veículos roubados.

As ações de repressão ao tráfico na região de fronteira são realizadas no âmbito do Programa Tolerância Zero Contra as Facções Criminosas e todas as modalidades de crimes, do Governo de Mato Grosso.

Somente neste período do ano, 12 pessoas foram presas em 10 ocorrências distintas registradas pelas equipes do Gefron, envolvendo principalmente tráfico de drogas, associação criminosa e receptação de veículos roubados. As operações também resultaram na recuperação de sete veículos com registro de roubo ou furto.

Além disso, uma aeronave empregada no tráfico de drogas foi apreendida em uma das ações. Durante as ocorrências, os policiais também retiraram de circulação uma arma de fogo e seis munições.

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O balanço envolve ações integradas com forças de segurança estaduais e federais, como a Polícia Rodoviária Federal, Polícia Federal e batalhões da Polícia Militar, ampliando a capacidade de resposta e de repressão qualificada ao crime organizado.

“Em 2026, a repressão ao tráfico de drogas continua intensa, permanente e integrada com outras forças policiais não só na região de fronteira, em todos os municípios mato-grossenses. Em 2025, com o Programa Tolerância Zero às Facções e essa integração alcançamos índices excelentes. Fechamos 2025 com 59,6 toneladas de drogas apreendidas, 44,6% a mais que em 2024, e um prejuízo de R$ 680 milhões às facções criminosas”, destaca o secretário de Segurança, coronel Roveri.

“Sabemos que o tráfico de droga está associado uma série de outros crimes, entre os quais homicídios, roubos e furtos. Então, a repressão intensa e a integração das forças é fundamental à redução dois índices criminais e tranquilidade da população”, assinala Roveri.

Em 2025

Em 2025, o Gefron apreendeu 21,5 toneladas de entorpecentes, 224 veículos e 10 aeronaves, além de 55 armas, 1,9 mil munições e mais de R$ 140 mil em dinheiro retirados de circulação durante operações de combate ao tráfico de drogas na região de fronteira.

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Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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