MATO GROSSO

Gefron e PF apreendem 43 tabletes de drogas e causam prejuízo de R$ 233 mil às facções criminosas

Publicado em

O Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Federal prenderam um homem por tráfico de drogas, na madrugada desta segunda-feira (19.5), em Cáceres (a 220 km de Cuiabá). Com ele, foram apreendidos 43 tabletes de entorpecentes entre maconha e cocaína. A apreensão representa um prejuízo estimado em R$ 233 mil às facções criminosas.

A droga era transportada em um carro a serviço de uma prefeitura, utilizado para o transporte de pacientes em tratamento de hemodiálise, e tinha Cuiabá como destino.

A abordagem do veículo, um Fiat Siena branco, ocorreu na BR-174, nas proximidades de uma mineradora. Durante uma fiscalização do Gefron e da PF, os policiais identificaram que o motorista possuía passagens criminais por receptação e ameaça.

Na revista ao carro, os policiais encontraram caixas térmicas contendo 36 tabletes de maconha e sete de pasta base de cocaína. Questionado, o condutor afirmou que pegou a droga em Lambari D’Oeste e que receberia uma quantia em dinheiro para entregá-la em Cuiabá.

Leia Também:  Governo de MT e TJ-MT lançam projeto Cidadania Digital

Diante dos fatos, ele foi preso em flagrante e encaminhado à Delegacia da Polícia Federal em Cáceres.

A ação faz parte da operação integrada Protetor das Fronteiras e Divisas, que recebe apoio do Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), e da operação Tolerância Zero, do Governo do Estado.

Fonte: Governo MT – MT

Advertisement

MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

Published

on

Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

Leia Também:  SES investiu R$ 2,8 milhões na reforma da nova sede do Escritório Regional de Saúde de Juara

Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

Leia Também:  Sinfra não tem pagamentos atrasados por nenhuma obra executada no Estado

Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

Continuar lendo

GRANDE CUIABÁ

MATO GROSSO

POLÍCIA

ENTRETENIMENTO

ESPORTES

MAIS LIDAS DA SEMANA