MATO GROSSO

Gefron e PM apreendem cerca de 500 kg de droga avaliados em R$ 11 milhões

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Uma ação conjunta entre o Grupo Especial de Fronteira (Gefron) e a Polícia Militar de Sapezal prendeu quatro homens com 450 tabletes de substância análoga a cloridrato de cocaína, na madrugada desta quinta-feira (17), na BR-364. O prejuízo estimado ao crime é de R$ 11 milhões.

A ação ocorreu no âmbito da Operação Hórus – Guardiões da Fronteira, de combate ao tráfico de drogas na fronteira entre o Brasil e a Bolívia, por volta da meia-noite, depois que os agentes do Gefron receberam informações de que uma Hilux e um Onix estariam carregados com entorpecentes na região, entre os municípios de Campos de Júlio e Sapezal.

O Gefron solicitou apoio da PM de Sapezal e as equipes saíram em diligências. No patrulhamento, os policiais viram os veículos seguindo em alta velocidade pela rodovia e fizeram a abordagem.

Nos carros estavam 15 fardos com 450 tabletes de substância análoga a cloridrato de cocaína. Um dos suspeitos já tinha passagem por tráfico internacional de drogas.

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Os presos e os materiais apreendidos foram levados para a Delegacia de Polícia Federal de Cáceres.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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