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Gefron interrompe operação de transbordo de droga para embarcação e apreende 130 tabletes de cocaína

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Policiais do Grupo Especial de Fronteira (Gefron) flagraram no fim da tarde desta quinta-feira (29.02), à margem do Rio Jauru, em Cáceres (220 km de Cuiabá), uma operação de transbordo de droga de um carro para um barco. Na ação, 130 tabletes de cloridrato de cocaína e duas armas de fogo foram apreendidas.

Parte da droga já estava dentro da embarcação quando os policiais se aproximaram do local. Conforme o registro policial, os pacotes, até então da suposta droga, eram retirados da carroceria de uma caminhonete Ranger, de cor prata, com placas da Bolívia, e levados para a embarcação.

Os traficantes reagiram à presença das equipes da Segurança Pública. Dois, de 40 e 27 anos, foram alvejados. Socorridos e levados para o Hospital Regional de Cáceres, tiveram a morte declarada por uma equipe da unidade hospitalar.

Além das drogas e das duas armas, a operação resultou na apreensão de uma caminhonete, um barco e um motor de popa de 25HP. Ao crime organizado, o prejuízo estimado é de R$ 2,5 milhões.

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Enfrentamento Contínuo

Esta ação do Gefron, da Segurança Pública de Mato Grosso(Sesp-MT), é parte da Operação Protetor das Fronteiras e Divisas, que faz o enfrentamento contínuo e integrado ao tráfico de drogas e outros crimes fronteiriços. Também participam a Defron (Delegacia Especial de Fronteira de Cáceres), da PJC-MT, o Exército e outros órgãos do Ministério da Justiça.

Fonte: Governo MT – MT

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Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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