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Gefron recupera caminhonete furtada e apreende arma de fogo

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O Grupo Especial de Segurança na Fronteira (Gefron) recuperou uma caminhonete furtada e apreendeu um revólver calibre 38, além de munições, nesta terça-feira (14.03), em Pontes e Lacerda (448 km a Oeste de Cuiabá). O condutor do veículo entrou em confronto com os policiais e foi baleado.

A ocorrência foi registrada durante a “Operação Hórus – Guardiões das Fronteiras” para o combate aos crimes de roubo e furto de veículos na fronteira com a Bolívia. O prejuízo estimado ao crime é da ordem de R$ 305,5 mil.

A força-tarefa do Gefron fazia o patrulhamento na região rural de Pontes e Lacerda, viu uma caminhonete trafegando em alta velocidade e deu ordem de parada por meio de sinais sonoros e luminosos. Contudo, a ordem policial não foi obedecida por parte do condutor do veículo, que fugiu da abordagem.

O suspeito foi acompanhado por aproximadamente 10 km. E, em determinado momento, ele parou o veículo e efetuou disparos de arma de fogo em direção à equipe policial, que revidou. Com ele, foi encontrado um revólver calibre 38, com a numeração adulterada. 

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A equipe do Gefron prestou socorro ao motorista e o encaminhou ao Hospital Vale do Guaropé, em Pontes e Lacerda, onde ele morreu. 

Após checagem via Centro de Operações do Gefron foi constatado que o veículo havia sido furtado em Cuiabá. O suspeito também já havia sido preso pelo Grupo Especial em fevereiro deste ano por receptação. Na ocasião, ele tentava levar para a Bolívia duas caminhonetes roubadas.

A caminhonete, o revólver e as munições foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil de Pontes e Lacerda.

Fonte: GOV MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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