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Governador articula com ministro obras prioritárias para Mato Grosso

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O governador Mauro Mendes se reuniu com o ministro da Casa Civil, Rui Costa, e pediu prioridade em obras estratégicas para Mato Grosso, em especial nas rodovias federais que cortam o Estado – BRs 158, 242 e 080.

A reunião ocorreu na tarde desta segunda-feira (31.07). Também participaram os senadores Mauro Carvalho e Margareth Buzetti, e o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

“Pedimos ao ministro que essas obras sejam incluídas no Plano de Aceleração do Crescimento (PAC), pois são de grande relevância para o desenvolvimento do estado”, relatou Mauro Mendes.

Na BR-158, o governador reivindicou que seja finalizada a pavimentação rodovia no trajeto que vai do povoado de Alô Brasil, em Bom Jesus do Araguaia, até o entroncamento com a MT-322, no Norte-Araguaia-Xingu.

Em relação à BR-242, o pedido é para asfaltar o trecho que liga o distrito de Santiago do Norte a Querência. Já na BR-163, foi cobrada a duplicação no trajeto entre Sinop e a divisa com o Estado do Pará.

Além disso, Mauro Mendes pediu ao ministro que o Parque Nacional de Chapada tenha a administração entregue ao Estado, pois o Governo de Mato Grosso possui dinheiro em caixa para investir R$ 200 milhões no local nos próximos quatro anos.

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“Tenho insistido muito para que possamos fazer do parque um grande polo turístico, com infraestrutura adequada, colocando Mato Grosso na rota dos principais destinos do país. Temos vontade e recursos para isso”, afirmou.

Fonte: Governo MT – MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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