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Governador autoriza abertura de licitação para construção de ponte sobre o Rio Teles Pires em Itaúba

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O governador Mauro Mendes autorizou, nesta segunda-feira (19.08), a abertura de licitação para a construção de uma ponte de 561 metros sobre o Rio Teles Pires, na MT-479, no município de Itaúba.

A construção da ponte terá um investimento total de R$ 45,7 milhões, e trará grandes melhorias na logística de transportes, encurtando a distância e o tempo das viagens.

“É uma área que tem grande capacidade de crescimento, com muita produção e que enfrenta um grande desafio de logística para o transporte de produtos e principalmente de acesso ao município. O governo de Mato Grosso já construiu e entregou mais de 200 pontes de concreto em todo o estado, substituindo aquelas pontes velhas de madeira e melhorando a qualidade de vida de todos”, afirmou o governador.

Segundo ele, a reivindicação é um pedido antigo dos produtores da região, e vai garantir avanços significativos para o desenvolvimento no município.

“Aqui em Mato Grosso, sabemos que pontes não são apenas estruturas de concreto, mas sim símbolos de avanço e conexão. Cada ponte que construímos é um passo importante para conectar municípios, facilitar o acesso, impulsionar a economia e melhorar a vida das pessoas. É com esse espírito que estamos trabalhando para realizar obras de infraestrutura e fortalecer o desenvolvimento de todo o nosso estado”, completou.

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Participaram da reunião o vice-governador Otaviano Pivetta; o secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia; o deputado estadual Beto Dois a Um e líderes políticos da região.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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