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Governador cobra resposta “rápida e dura” sobre execução de sargento

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O governador Mauro Mendes se reuniu com representantes das forças de Segurança Pública de Mato Grosso para reforçar uma investigação, identificação e prisão rápida dos responsáveis pelo assassinato de sargento da Polícia Militar, Odenil Alves Pedroso, de 47 anos.

A reunião foi realizada no Palácio Paiaguás em Cuiabá, na manhã desta quarta-feira (29.05). Participaram da reunião o secretário de Estado de Segurança Pública, César Roveri, a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel, o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Mendes, e o coronel José Nildo Silva de Oliveira, subchefe de Estado Maior-Geral da instituição.

Mauro determinou o uso de todos os recursos e forças policiais para que a investigação ocorra da maneira mais rápida e eficiente possível.

“Precisamos empenhar máxima agilidade para dar uma resposta rápida e dura na busca pelos assassinos do sargento. Me solidarizo com a família e com toda a corporação nesse momento de dor e revolta. Esse crime covarde não pode passar impune”, declarou.

Odenil era lotado no 3º Batalhão da Polícia Militar em Cuiabá, e prestava serviço na Unidade de Pronto Atendimento no bairro Morada do Ouro, quando um motociclista passou pelo local e disparou contra o policial, que foi atingido na cabeça. O crime aconteceu nesta terça-feira (28.05).

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O sargento foi socorrido e passou por cirurgia no Hospital Municipal, mas não resistiu e faleceu na mesma data.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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