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Governador critica soltura de traficantes pegos com R$ 1 milhão em cocaína: “É inadmissível”

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O governador Mauro Mendes criticou a soltura de dois bandidos que haviam sido pegos com tabletes de cocaína, avaliados em mais de R$ 1 milhão, e foram liberados da prisão quatro dias depois, em Várzea Grande.

Em vídeo publicado nas redes sociais, o governador lembrou que os criminosos já haviam sido presos, em julho, por terem roubado e feito uma família de refém, quase matando a tiros uma criança.

“É inadmissível que criminosos com histórico de violência, inclusive com a posse de drogas em grande quantidade, sejam liberados tão facilmente pela Justiça. Essa situação é um absurdo, está destruindo valores e criando uma sensação de impunidade”, declarou.

Mauro Mendes chamou atenção para a impunidade que as leis frouxas têm trazido ao país, com o “prende e solta” sem fim de bandidos perigosos.

“Essa situação, que se repete com frequência, gera uma sensação de impunidade que coloca em risco a segurança da nossa sociedade. O Judiciário precisa agir com mais rigor e garantir que a lei seja aplicada de forma justa para proteger os cidadãos. E o Congresso precisa se mexer para mudar essas leis que só favorecem os bandidos”, afirmou o governador.

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Ainda no vídeo, o governador elogiou a eficiência das forças de Segurança de Mato Grosso, destacando as centenas de grandes operações e apreensões realizadas ano após ano.

“É importante reconhecer a dedicação e o trabalho incansável de nossos policiais civis e militares, que diariamente se colocam na linha de frente para garantir a segurança da nossa população. Eles enfrentam situações complexas e perigosas, buscando proteger a sociedade desses criminosos”, concluiu.

Fonte: Governo MT – MT

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Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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