MATO GROSSO

Governador sanciona lei para flexibilizar hora-atividade dos professores estaduais

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O governador Mauro Mendes sancionou, na última quarta-feira (9.7), a lei que prevê a flexibilização da hora-atividade dos professores da rede estadual.

A lei foi proposta pelo Governo do Estado e aprovada pela Assembleia Legislativa. A assinatura contou com a presença do vice-governador Otaviano Pivetta e do secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

Atualmente, os docentes são obrigados a cumprir presencialmente nas escolas parte dessas horas–atividade, que são destinadas à preparação de aulas. Com a lei, o professor poderá cumprir essas horas de onde estiver.

“É mais uma forma de nós valorizarmos esses profissionais. 40% dessas horas vão continuar sendo dentro da escola ou de um ambiente da nossa rede de formação. Mas os 60% que o professor usa para fazer correção de prova, planejamento de aula e outras atividades na sua formação pedagógica, ele vai poder fazer até mesmo da sua própria residência”, explicou o governador.

De acordo com Mauro Mendes, essa lei é mais uma política de valorização profissional que vai estimular os professores a conquistar resultados ainda mais positivos para a educação dos estudantes.

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“Em 2019, Mato Grosso era a 22ª pior educação do Brasil e hoje já somos a 8ª melhor. Esse ano tem prova do Saeb [Sistema de Avaliação da Educação Básica] e nós queremos estar entre os 5 melhores estados do país em educação”, completou.

A lei deverá ser publicada nos próximos dias no Diário Oficial.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Médicos do Hospital Municipal de Cuiabá denunciam atraso salarial e cobram repasses da Prefeitura

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Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.

Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.

De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.

Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.

Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.

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A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.

Fonte: Redação

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