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Governador: “Vamos desmantelar essas quadrilhas que estão extorquindo cidadãos e empresas em MT”

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O governador Mauro Mendes afirmou que o Disque Extorsão contra as Facções Criminosas, lançado nesta terça-feira (11/3), vai ajudar o estado a “desmantelar as quadrilhas que estão extorquindo cidadãos e empresas em Mato Grosso”.

O lançamento do serviço ocorreu no Palácio Paiaguás. O disque extorsão já está operando por meio do telefone 181 e online, e faz parte do programa de Tolerância Zero às facções criminosas.

“Todas as denúncias vão passar por um processo de triagem e compor um banco de dados para subsidiar as investigações. Com isso, vamos desmantelar essas quadrilhas que estão extorquindo comerciantes, cidadãos e empresas dentro do estado de Mato Grosso. Temos muita clareza de que o canal vai poder auxiliar muito na coleta desse modus operandi, na forma que eles atuam. E com isso nós teremos uma força muito grande para combater a atuação dessas facções criminosas”, pontuou.

Mauro registrou que as denúncias pelo Disque Extorsão podem ser feitas de forma anônima, com sigilo absoluto, de forma a evitar que as facções promovam represálias contra o denunciante.

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De acordo com o governador, o estado precisa continuar a “jogar duro” para atacar a fonte de ganho de dinheiro das facções.

“Não podemos permitir que esses bandidos pratiquem esse tipo de crime, amedrontando, ameaçando, extorquindo e auferindo resultados financeiros vultosos que retroalimentam o crescimento desse crime e dos criminosos aqui no estado. Parabéns às nossas forças de Segurança e aos agentes envolvidos nesse projeto. O recado é claro: tolerância zero com o crime”, finalizou.

Também participaram do evento de lançamento do serviço: o procurador-geral de Justiça, Rodrigo Fonseca; o deputado estadual Chico Guarnieri; os secretários de Estado César Roveri (Segurança), Vitor Hugo (Justiça) e Laice Souza (Comunicação); a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel; o comandante-geral da Polícia Militar, coronel Fernando Tinoco; o comandante-geral do Corpo de Bombeiros, coronel Gledson; o diretor da Politec, Jaime Trevizan; o presidente da Fiemt, Silvio Rangel; o presidente da Famato, Vilmondes Tomain; o vereador por Cuiabá, Rafael Ranalli; além de delegados e demais representantes da Segurança Pública.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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