O Governo de Mato Grosso começou, nesta quarta-feira (31.05), o processo de concretagem do canteiro central da Avenida da FEB. A ação está sendo realizada em um trecho de aproximadamente 600 metros da avenida, entre a Travessa da Independência e a Rua Vereador Abelardo de Azevedo, ao lado do Fort Atacadista.
O trabalho será realizado em toda a extensão dessa Avenida nos próximos meses.
“Nós estamos fechando essa ferida aberta no meio da cidade de Várzea Grande, há mais de 10 anos. Um corte que prejudicou o comércio local, prejudicou a população e provocou diversos acidentes, com perdas materiais e humanas”, afirma o secretário de Infraestrutura e Logística, Marcelo de Oliveira.
Mais de 300 caminhões de concreto serão utilizados para realizar os serviços nesse primeiro trecho da Avenida. Após ser despejado sobre lonas, o material passa por um processo de varredura, para que ele fique liso e nivelado no mesmo nível das pistas por onde os carros passam.
O secretário adjunto de Obras Especiais da Sinfra-MT, Isaac Nascimento Filho, explica que o processo começa com a limpeza do terreno, depois é feita a drenagem e terraplanagem, antes de começar a concretagem.
Dessa forma, no trecho além do cruzamento em frente ao Fort Atacadista as máquinas já estão trabalhando na limpeza do terreno, para garantir que as obras não tenham interrupção.
Durante os trabalhos o trânsito na Avenida da FEB está funcionando em meia pista, devido ao trânsito de máquinas pesadas. Junto com a Prefeitura de Várzea Grande foram tomadas algumas medidas para amenizar o tráfego.
“Toda obra gera algum transtorno. Mas a partir de agora nós vamos resgatar a auto-estima da Várzea Grande, fazendo com que a principal Avenida da cidade fique mais bonita e segura para todos”, completa o secretário Marcelo de Oliveira.
Médicos que atuam no Hospital Municipal de Cuiabá (HMC) afirmam estar sem receber pelos serviços prestados desde o mês de abril e denunciam que a situação tem comprometido a assistência à população e as condições de trabalho dentro da unidade.
Segundo os profissionais, os pagamentos permanecem em atraso há meses, gerando insegurança financeira para dezenas de médicos que continuam exercendo suas funções em plantões de alta complexidade, mesmo sem remuneração.
De acordo com o relato dos médicos, a gestão do prefeito Abílio Brunini ainda não teria realizado os repasses financeiros necessários ao Hospital Municipal de Cuiabá, o que estaria impedindo o pagamento dos profissionais. A categoria cobra transparência sobre a destinação dos recursos e um posicionamento oficial da administração municipal quanto à regularização dos valores devidos.
Os profissionais ressaltam que a saúde pública depende da valorização de seus trabalhadores e alertam que a manutenção dos atrasos pode comprometer a permanência de médicos nos plantões, afetando diretamente o atendimento à população.
Até o momento, os médicos aguardam uma solução por parte da Prefeitura de Cuiabá e da administração do HMC, bem como um cronograma oficial para a quitação dos pagamentos em atraso.
A reportagem será atualizada caso a Prefeitura de Cuiabá, a direção do Hospital Municipal de Cuiabá ou a Secretaria Municipal de Saúde se manifestem sobre o caso.
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