MATO GROSSO

Governo convoca mais 30 aprovados no concurso do Corpo de Bombeiros Militar

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O Governo de Mato Grosso convocou mais 30 candidatos classificados no concurso público do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT). A publicação consta no Diário Oficial de quinta-feira (29.5).

Os 30 novos convocados se somam aos 16 classificados que já atuavam em funções administrativas na corporação e deverão integrar a 20ª turma do Curso de Formação de Soldados (CFSD). O edital do concurso que originou essa convocação foi publicado em 2022. Desde então, outros 100 aprovados já foram convocados, passaram pelo curso de formação e atualmente integram a tropa como soldados.

De acordo com o comandante-geral do CBMMT, coronel BM Flávio Glêdson Vieira Bezerra, a convocação representa mais um avanço na consolidação de uma força de segurança pública cada vez mais preparada e presente na vida dos cidadãos.

“Essa iniciativa faz parte de um esforço mais amplo de fortalecimento das forças de segurança do Estado, que vem investindo na contratação de novos profissionais, na modernização de equipamentos e em programas de capacitação contínua. Com essa convocação, o governo reafirma seu compromisso com uma segurança pública mais eficiente e próxima da população”, afirmou o comandante-geral.

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Os convocados devem apresentar, de forma presencial, toda a documentação exigida para a matrícula no curso de formação. Os prazos para entrega variam entre 15 e 16 dias a partir da publicação da convocação. Os candidatos que não se apresentarem dentro do prazo estabelecido serão considerados desistentes, conforme as regras previstas no edital.

A lista completa com os nomes dos convocados, além da relação de documentos, exames e declarações exigidos, está disponível no Diário Oficial do Estado. Veja aqui.

Fonte: Governo MT – MT

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MATO GROSSO

Prefeita de Pedra Preta denuncia vereador por violência política de gênero e pede cassação de mandato

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Representação apresentada por Iraci Ferreira de Souza acusa parlamentar de ataques pessoais, quebra de decoro e uso do mandato para desqualificar a gestora

A prefeita de Pedra Preta, Iraci Ferreira de Souza, apresentou uma representação disciplinar contra o vereador Carlos Fernando Pereira de Oliveira, o “Fernando do Galvileiro”, sob acusação de violência política de gênero e quebra de decoro parlamentar.

A denúncia foi encaminhada à Procuradoria Especial da Mulher da Câmara Municipal e, posteriormente, remetida à Presidência do Legislativo para análise e adoção das providências cabíveis. No documento de encaminhamento, a própria Procuradoria ressalta que não possui natureza investigativa ou poder para aplicar sanções, cabendo aos órgãos competentes da Câmara analisar o caso.

Segundo a representação, os episódios teriam ocorrido durante fiscalizações e manifestações públicas realizadas pelo vereador nos meses de junho, julho e agosto de 2026. A prefeita sustenta que as críticas ultrapassaram o debate administrativo e passaram a conter ataques pessoais e expressões consideradas ofensivas.

Entre os episódios citados está uma fiscalização realizada no Distrito Industrial, em junho, quando o parlamentar fez críticas à administração municipal. Outro fato apontado ocorreu às margens da Rodovia 459, em julho. A representação também relata um episódio ocorrido em 11 de agosto, na Farmácia Municipal, quando o vereador realizou uma transmissão ao vivo e questionou a falta de medicamentos. A defesa da prefeita afirma que, durante essas manifestações, foram utilizadas expressões como “incompetente”, “omissa” e “mentirosa”.

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Na representação, Iraci argumenta que não pretende impedir a fiscalização do Legislativo ou críticas à administração, mas sustenta que houve uma sequência de manifestações direcionadas à sua pessoa e à sua condição de mulher ocupante do cargo de chefe do Executivo.

O documento fundamenta a denúncia na legislação que trata da violência política contra a mulher e também defende que a imunidade parlamentar não serviria para proteger eventuais ofensas pessoais sem relação direta com o exercício legítimo do mandato.

Ao final, a prefeita solicita o recebimento da representação, a análise preliminar dos fatos e o encaminhamento do caso à Mesa Diretora e à Comissão de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara de Pedra Preta. Entre as medidas requeridas está a abertura de processo disciplinar que poderá, caso as acusações sejam comprovadas e observados o contraditório e a ampla defesa, resultar inclusive na cassação do mandato do vereador.

Iraci também pede o envio de cópia dos autos ao Ministério Público de Mato Grosso, para análise de eventuais ilícitos funcionais e crimes contra a honra. A representação foi protocolada na Câmara Municipal de Pedra Preta no dia 20 de agosto de 2026.

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Até esta etapa, trata-se de uma representação com acusações formuladas pela prefeita, e não de uma decisão definitiva contra o parlamentar. Caberá aos órgãos competentes da Câmara avaliar o prosseguimento do caso e assegurar ao vereador o direito de defesa.

Veja a Representação

Fonte: Política

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