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Governo de Estado entrega caminhões pipa para municípios de MT: “ferramenta para salvar vidas”

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“O caminhão pipa acaba se tornando uma ferramenta importante para salvar vidas. Os incêndios são muito comuns em períodos de seca, tanto no perímetro urbano quanto no rural, e, com um caminhão deste porte, podemos ter mais agilidade para controlá-los”, afirmou o prefeito do município de Juara, Carlos Sirena.

Juara é um dos oito municípios que receberam, na manhã desta quarta-feira (9), oito caminhões pipa durante a abertura do 2º Seminário Mato-grossense sobre Redução do Risco de Desastres, em Cuiabá. Além de Juara, também foram beneficiados Aripuanã, Barão de Melgaço, Cáceres, Colniza, Feliz Natal, Gaúcha do Norte e Poconé. O investimento soma R$ 4,9 milhões.

“É uma ação do Governo de Estado, por meio do Programa Mais MT, com investimentos de quase R$ 5 milhões, para apoiar os municípios na resposta a incêndios e também em períodos de seca e estiagem”, reforçou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil, Cesar Viana de Brum.

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“Muitas vezes, os municípios não têm recursos para a compra destes veículos, por conta de outras prioridades e necessidades. O Governo de Mato Grosso pensa em todos”, ressaltou o secretário de Segurança Pública, Alexandre Bustamante.

“A chegada deste caminhão para o município de Colniza é muito importante para nós. Estamos muito contentes hoje, porque é um presente que vem na hora certa. Para comprar com recursos próprios, é impossível. Graças a Deus, que o governador Mauro Mendes está fazendo ações não só por Colniza, como por outros municípios”, comemorou o prefeito Milton Amorim.

A solenidade de abertura contou também com a presença da secretária de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc), Rosamaria Carvalho; o comandante geral do Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT), Alessandro Borges; e representantes de prefeitos.

Seminário

O 2º Seminário Mato-grossense sobre Redução do Risco de Desastres acontece durante esta quarta-feira e quinta-feira (10), na Fatec/SENAI. O evento visa produzir conhecimento acerca de desastres no território mato-grossense e fomentar pesquisas na área, além de encorajar a participação popular nas ações do órgão com voluntariado.

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“Temos também como um dos objetivos fomentar a criação ou melhoria das unidades municipais da Defesa Civil. O Estado vai ajudar os municípios a estruturarem melhor suas unidades”, explicou o secretário adjunto de Proteção e Defesa Civil.

O evento reúne palestrantes de todo o país, para debater temas importantes sobre redução do risco de desastres. Entre os nomes confirmados, estão Alessandra Daibert, da Agência Nacional de Água (ANA); Regina Célia dos Santos Alvalá, do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (CEMADEN); e Jean Carlos Pinto de Arruda Oliveira, do CBMMT.

Fonte: GOV MT

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A conta do vice: Dr Altemar Lopes já recebeu mais de meio milhão de reais desde o inicio do novo mandato

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Documentos oficiais da Prefeitura de Rondonópolis revelam o tamanho da fatura que o vice-prefeito Altemar Lopes da Silva já entregou ao contribuinte desde o início do mandato. Entre janeiro de 2025 e agosto de 2026, o custo direto do vice aos cofres públicos soma R$ 548.712,64 e passa dos R$ 600 mil quando computados os encargos patronais pagos pelo município.

O montante se divide em duas frentes. A primeira é o subsídio mensal de R$ 17.950,00, que em 19 meses de mandato totalizou R$ 341.050,00 em valores brutos, conforme a ficha financeira oficial do servidor.

A segunda e menos conhecida do público é a verba de natureza indenizatória criada pela Lei Municipal nº 14.014, de 22 de janeiro de 2025.
Por essa rubrica, o vice recebeu R$ 113.106,00 em 2025 (11 parcelas de R$ 11.310,60) e já acumula R$ 94.556,64 em 2026 (8 parcelas de R$ 11.819,58 até agosto), segundo a relação de pagamentos emitida pela própria Prefeitura.

Os registros financeiros mostram que as parcelas da verba indenizatória de 2026 seguem sendo pagas mensalmente, mesmo depois de Altemar Lopes romper publicamente com a administração da qual é vice. Os repasses, segundo os empenhos, são feitos “com posterior apresentação de relatório de atividades” o que levanta a pergunta: que atividades um vice rompido com o governo apresenta para justificar R$ 11,8 mil mensais extras?

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A fonte dos recursos também chama atenção: trata-se de dinheiro da rubrica “Recursos não Vinculados de Impostos” ou seja, verba livre do orçamento, a mesma que poderia ser aplicada em saúde, infraestrutura ou assistência social.

Somados os encargos patronais recolhidos pelo município sobre o subsídio, o custo total ao erário ultrapassa a marca dos R$ 600 mil em menos de 20 meses de mandato uma média superior a R$ 30 mil mensais para manter no cargo um vice que, hoje, atua contra o próprio governo que o elegeu.

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Fonte: Política MT

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